Durante o Fantástico, foram divulgadas já algumas informações - que serão informadas por completo durante a segunda-feira - sobre o laudo feito levando em conta o vídeo após o estupro, que foi divulgado nas redes sociais e causou revolta. O estupro teria acontecido numa comunidade da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Fernando Veloso, chefe da Polícia Civil, contou que o laudo deve trazer novas informações sobre o crime que mobilizou o Brasil.

Ele já adiantou algumas informações. De acordo com ele, não há "vestígios de sangue nenhum" nas imagens registradas pelo celular. Ele afirma que o laudo pode contrariar o "senso comum" que classificou que está sendo produzido por pessoas que "sequer assistiram ao vídeo".

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Veloso contou que os peritos estão alinhando conclusões sobre coleta de espermatozoides, uso de violência e as práticas sexuais que aconteceram ou deixaram de acontecer. Ele classifica que o laudo trará "algumas respostas".

A menina de 16 anos que afirma ter sido estuprada por 33 homens atualmente não está em casa, e sim em local não divulgado, de acordo com a Globo News. Ela entrou no Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte. Esse programa existe desde 2003.

O advogado que cuidava do caso foi afastado após críticas da menina e de sua advogada. Agora, a delegada Cristiana Bento é responsável pela jovem. Ela afirma que o importante é cuidar da integridade física da adolescente. Já a advogada da vítima também foi dispensada. Ela contou no fim da tarde de domingo (29) que recebeu mensagem de áudio da avó da garota por WhatsApp agradecendo seus serviços, mas dispensando a partir de agora.

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As informações concluídas pela perícia do vídeo do estupro coletivo contra menina de 16 anos serão divulgadas em detalhes segunda-feira (30). Veloso garante que o fato da menina ter ficado desconfortável durante depoimento com o delegado já afastado foi levado em consideração. A jovem interrompeu seu depoimento após ser perguntada pelo delegado se tinha costume de fazer sexo em grupo.

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