Nesta sexta-feira, 27, a Polícia Civil do Rio de Janeiro fez uma coletiva de imprensa para falar sobre o estupro de uma menor de idade. Uma menina de 16 anos, moradora da cidade, teria sido abusada sexualmente por 33 homens no fim de semana. Quem está cuidando do caso é o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso. De acordo com ele, a barbaridade é tão grande que os próprios agentes ficaram perplexos. Segundo o delegado, quatro homens já foram identificados, mas que a prisão preventiva deles precisa ser melhor avaliada. 

O delegado revelou que casos como esse, infelizmente, acontecem todos os dias, mas as características desse #Crime específico impressionam.

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Ele pretende conseguir um lado do Instituto Médico Legal (IML) para autorizar a prisão preventiva dos homens acusados da barbárie. Segundo o profissional da justiça, os indícios de que houve um estupro coletivo são fortíssimos, mas que ainda não é possível afirmar categoricamente se isso realmente aconteceu e de que forma foi.

O responsável pelas investigações lembrou que acusações como essa são sérias e que ninguém pode ser preso só por um "ouvi dizer". De acordo com o delegado, ele se reunirá com peritos mais tarde para tentar ter um parecer sobre o caso, mesmo que ainda não definitivo, já que o suposto estupro indignou não só cariocas, mas também o Brasil e o mundo, que pedem respostas rápidas e efetivas.

Além da confirmação do estupro, a investigação deve seguir para saber qual relação de cada homem com o crime.

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Dois dos envolvidos negam terem relações sexuais com a menor de idade. Eles revelaram que receberam o vídeo e as fotos por um aplicativo de celular, e depois decidiram divulgar isso publicamente em toda a internet. 

O crime teve tanta repercussão que a presidente afastada Dilma Rousseff, o presidente em exercício Michel Temer, a Organização das Nações Unidas (ONU), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além de outras instituições e personalidades nacionais e internacionais soltaram notas de repúdio contra a barbárie.  #É Manchete!