Na noite deste domingo, 29, a menina supostamente estuprada por 33 homens deu uma entrevista esclarecedora ao 'Conexão Repórter', do SBT. Na conversa, ela deu detalhes importantes sobre o #Crime que chocou o Brasil e o mundo. De acordo com a garota, quando acordou no domingo, 22, ela estava rodeada de 28 homens, mas que ouviu dos supostos criminosos que cinco homens teriam saído do quarto onde teria sido realizado o estupro coletivo. A polícia contesta essa versão. De acordo com o que foi exibido na reportagem, não caberia o número de pessoas indicadas pela garota dentro da pequena casa. A casa fica no Morro do Barão, uma comunidade localizada em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. 

Ainda ao 'Conexão Repórter', a jovem confessou que tem amizade com pessoas do tráfico.

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O pai do filho da adolescente está preso e teria sido chefe do tráfico na região. A criança tem três anos. Na reportagem, a avó da garota lembrou que nada justifica a violência contra ela. No entanto, deu detalhes de que a neta teria chegado com outros machucados no passado, preferindo não falar sobre o que aconteceu. A avó disse que a menor de idade é viciada em drogas e que sai com caras para conseguir sustentar o vício. Na entrevista, a menina negou que tenha usado drogas na noite do crime, mas se confundiu algumas vezes com detalhes do crime. 

Ainda na conversa, a vítima revelou que nunca tinha sofrido nenhum estupro antes. A Polícia Civil disse ao 'Fantástico' da TV Globo que o laudo preliminar do caso será divulgado nesta segunda-feira, 30, mas que o senso comum seria desmentido pelas investigações.

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A entidade ainda negou ter encontrado sangue no local. Na reportagem do SBT, fotos da garota exibindo armas de fogo foram ditas como dela. Áudios vinculados a supostos traficantes da região também foram mostrados. A Blasting News tinha publicado alguns desses áudios em primeira mão. 

Nas conversas, bandidos da comunidade dizem que nunca houve estupro e que a menina estava drogada. De acordo com eles, assim que ela apagou, um banho foi dado nela e dinheiro foi pago em um táxi, afim de que ela voltasse para casa. Esse tipo de argumento é chamado de "cultura do estupro".