Foi feito pedido para a Justiça pela Polícia Civil para prender quatro homens suspeitos de cometer estupro coletivo em menina de apenas 16 anos em comunidade do Rio de Janeiro. O caso começou a ser amplamente comentado por todo o Brasil após um dos 33 homens que cometeram o crime postar vídeo pós-estupro em sua conta no Twitter. Rapidamente diversos usuários divulgaram sua conta pedindo para que todos denunciassem. Não demorou até a sua conta ser bloqueada da rede social. Mas isso não fez o caso ser esquecido. Pelo contrário, ele tomou proporções ainda maiores.

Até agora, foram identificados quatro homens: Raphael Assis Duarte Belo, 41, anos, que tirou selfie ao lado da menina desacordada e já trabalhou como apoio a operador de câmera nos estúdios da Rede Globo, de onde parou de trabalhar em agosto, Lucas Perdomo Duarte Santos, 20 anos, que tinha relacionamento com a garota há 3 anos - ela havia saído para se encontrar com ele -; e Michel Brazil da Silva, 20, e Marcelo Miranda da Cruz Correa, 18, que teriam divulgado as imagens nas redes sociais.

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A garota disse em depoimento para a polícia na última quinta feira (26) que saiu para se encontrar com Lucas na madrugada do último sábado e lembra apenas de chegar na casa dele mas acordar no domingo em outro lugar. De acordo com ela, os dois estavam na casa sozinhos no sábado. No domingo, acordou sem roupa, dopada e em frente a 33 homens com pistolas e fuzis na mão.

Ela voltou para casa apenas terça-feira (24). Uma parente dela afirmou que ela chegou com o cabelo bagunçado, sem calçados, vestindo roupa de homem toda rasgada e com aparência de que tinha usado muitas drogas. Ela admitiu para a polícia que cheirava loló e ectasy com frequência, mas já estava há um mês sem cair no vício. Ao chegar em casa, sua família perguntou o que aconteceu, mas ela não revelou.

No mesmo dia ela voltou para a comunidade onde o crime aconteceu, para tentar recuperar seu celular que havia sido roubado.

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Agente comunitário a levou de volta para casa ao ver seu estado. Seus parentes só ficaram sabendo do estupro quarta-feira (25), após as fotos serem postadas na internet. #Casos de polícia