Na noite desta terça-feira, 24, o apresentador Carlos Massa, mais conhecido como Ratinho, decidiu dar seu parecer sobre uma enorme polêmica que assolou a internet, o fim do Ministério da Cultura e o uso da Lei Rouanet por artistas. Em seu programa no #SBT, ele usou quase sete minutos para criticar muitos dos nomes que pisam em Luan Santana, que teria solicitado mais de R$ 4 milhões em um projeto enviado ao #Governo. Carlos Massa disse também que não eram todos os artistas que faziam o mau uso da lei e que provavelmente Luan nem soubesse do pedido de captação de um projeto envolvendo shows ao Ministério da Cultura.

Já mais irritado e após mostrar diversas fotos e reportagens de artistas que teriam recebido o benefício ou pelo menos tentado receber, o apresentador começou a dar golpes nas folhas, simbolizando que estava batendo nos próprios artistas.

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"Vão para o inferno e parem de mamar nas tetas", disse o comunicador que é dono de um império de comunicação no estado do Paraná.

Apesar do tom exaltado, Ratinho acabou não explicando claramente como funciona a lei e citou brevemente uma confusão ocorrida mais cedo durante a Comissão de Cultura da Câmara dos deputados, quando artistas vaiaram durante minutos o deputado federal Pastor Marco Feliciano, do PSC de São Paulo. Feliciano disse que queria criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a Lei Rouanet, que durante os últimos meses mobilizou atenção nas redes sociais. Ele foi alvo do protesto do cantor Tico Santa Cruz, que segurou um cartaz com a palavra "golpista", estendido à frente do parlamentar. 

Já no fim do seu discurso, Ratinho citou uma suposta tentativa da Bolívia em querer invadir o Brasil e que um país não poderia ser governado por Cuba, que segundo ele, seria do tamanho do bairro do Tatuapé, em São Paulo.

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Ele ainda citou a Venezuela, dando claras críticas indiretas ao governo da presidente afastada #Dilma Rousseff. Mais tarde, preocupado com a repercussão que sua opinião poderia ter, Ratinho encerrou: "acho que acabei falando demais".