Uma péssima notícia para alguns e ótima para muitos: Dilma Rousseff não é mais a presidente do Brasil, mas ela ainda não sofreu o #Impeachment, estando apenas afastada. Embora reverter a situação e ser absolvida no julgamento do impeachment seja tão improvável quanto anular a vitória da Alemanha sobre o Brasil por 7x1 na última copa, a petista possui direito à ampla defesa, o que inclui utilizar-se dos recursos previstos em lei para se defender e tentar voltar ao cargo.

A partir dessa quinta-feira, 12, Michel Temer assume como presidente do Brasil e um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV deve ser realizado no decorrer do dia.

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Embora inicialmente o pronunciamento estivesse previsto para o período da noite, este pode ocorrer no decorrer do dia, uma vez que anúncio de seus ministros ocorrerá na tarde dessa quinta-feira, 12, conforme informou a TV Senado.

Antes mesmo de chegar à 41 votos a favor do impeachment, os próprios petistas admitiam a saída de Dilma e a luta para que ela mão seja condenada durante o julgamento, bem como uma cerimônia de despedida está agendada para essa manhã, mas pode atrasar, uma vez que o encerramento oficial da sessão deve ocorrer após o dia clarear.

55 senadores votaram a favor do impeachment às 06:33h. Eram necessários apenas 41 para aprová-lo.

Momentos tensos

A sessão já começou tensa, pois havia atrasado uma hora para o início oficial e depois de Renan Calheiros abrir a sessão, esquerdistas começaram a tumultuar, apresentando questões de ordem repetitivas e já discutidas junto à Comissão Especial do Impeachment no Senado.

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No total foram apresentadas cinco questões, sendo que todas elas foram indeferidas pelo presidente da Casa.

Por conta desse tumulto, os discursos começaram quando já era quase meio dia. Logo após quatro senadores discursarem, Renan anunciou a pausa para o almoço, por volta das 12:30h e o retorno aconteceu mais de duas horas depois.

Discursos da esquerda

A maior parte dos apoiadores do governo Dilma manifestaram-se como perplexos com o impeachment, que eles consideram ser um golpe. Eduardo Cunha, Aécio Neves e FHC (nunca esquecem Fernando Henrique) foram alvos de criticas e acusações de golpe e erros políticos por parte dos esquerdistas durante seus respectivos discursos.

Discursos da direita

Nem todos os senadores se inscreveram para discursar, mas a grande maioria deles o fizeram, sempre explicitando o que foi e quais foram as consequências das pedaladas fiscais de Dilma, bem como a situação caótica em que o país se encontra economicamente, onde a Petrobras, que foi uma das quatro maiores empresas do mundo, tornou-se a mais endividada da história, somando mais de R$490 bilhões em dívidas.

E você, ficou feliz ou revoltado com a votação? Compartilhe a sua opinião deixando um comentário. #Dilma Rousseff #Congresso Nacional