O Senador Lindbergh Farias, eleito pelo Partido dos Trabalhadores (PT) do Rio de Janeiro, tem uma longa história na política. O nome dele começou a ecoar na mídia com o movimento dos 'Caras Pintadas', que pediu o #Impeachment do então presidente do Brasil Fernando Collor de Mello. Recentemente, a atuação contundente do petista defendendo Dilma Rousseff chamou muita atenção. Lindbergh chegou a ser chamado pela oposição de 'Senador do chororô' e do 'mimimi', pois em diversos momentos ele parecia tentar procrastinar reuniões que discutiam um assunto que interessava à maioria dos brasileiros. A tática acabou não rendendo o efeito desejado pelo #PT e com 55 votos Dilma foi afastada pelo Senado.

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Lindbergh, no entanto, passou por maus momentos em 2011. Ele chegou a ter bens bloqueados pela justiça - ao lado de outras oito pessoas - acusado por improbidade administrativa durante uma gestão considerada problemática na prefeitura de Nova Iguaçu, município da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. A acusação foi realizada pelo Ministério Público Estadual. Lindbergh Farias, como então prefeito, decidiu contratar uma empresa para fazer obras de saneamento. As obras aconteceram nos anos de 2005 e 2006 no município da baixada e a contratação é considerada ilícita pelo Ministério Público. 

Em 2014, no entanto, o hoje Senador acabou absolvido no caso através de sua anulação. De acordo com o site 'Jus Brasil', uma falta de citação acabou anulando o processo contra o ex-prefeito.

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"O tribunal não pode julgar diretamente o mérito de ação de improbidade sem a devida citação da defesa. A falha é insanável e impõe a anulação do processo", dizia um trecho da anulação dada pela Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça, o STJ. 

Atualmente, qualquer novo processo contra Lindbergh só pode ser apresentado ao Supremo Tribunal Federal. Isso porque o petista é Senador e o cardo dá a ele foro privilegiado. O caso da prefeitura do julgado pelo STJ por ser precedente a esse caso. Farias continua seus trabalhos no Congresso.  #Governo