Um dos assuntos mais comentados desta quinta-feira, 05, sem dúvidas, foi o afastamento do presidente da Câmara dos deputados, Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro. Cunha teve seu mandato retirado em uma decisão unânime do Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar disso, ainda é necessário uma decisão conjunta da Câmara para a cassação do mandato de Cunha e ele ainda mantém o foro privilegiado. Ainda assim, uma pessoa ficou bem irritada com a decisão judicial, o pastor da igreja evangélica Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Malafaia detonou o Supremo e a decisão, que mais cedo tinha sido dada em liminar pelo Ministro Teori Zavascki.

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Não demorou muito para que a ira de Silas dividisse os internautas, que são pró e contra Cunha. O líder religioso não renegou sem passado no vídeo, pois ele foi um dos apoiadores do deputado federal, inclusive, para o fato dele assumir o posto de presidente da Câmara dos deputados. Malafaia argumentou que naquela época Eduardo não sofria nenhuma acusação. Pelo menos desde o ano de 1992, no entanto, já existem movimentos que pedem a saída do político, seja para qual cargo ele esteja ocupando, fazendo inúmeras acusações contra ele. 

Malafaia disse que graças a Cunha o Partido dos Trabalhadores (PT) está sendo derrotado e a presidente Dilma Rousseff respondendo a um processo de #Impeachment. Ele chamou a decisão da mais alta corte do país de "canetada". Como ele classificou o afastamento de Cunha? Como uma afronta! Para Malafaia, a legislação brasileira não foi respeitada.

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Em seguida, ele disse que o supremo cometeu uma "vergonha". As imagens da publicação terminam com um dos pastores mais populares e polêmicos da denominação evangélica fazendo seu protesto. 

Veja abaixo o polêmico vídeo publicado na rede social do líder religioso:

De acordo com interlocutores, assim como Dilma diz, Eduardo lutará até o fim para evitar a cassação de seu mandato. Ele pode até usar a tese de que está sendo cometendo um "golpe" contra ele, pois foi legitimamente eleito para o cargo, algo parecido com Rousseff tem feito.  #Crime #Eduardo Cunha