Os homens já identificados pela polícia e suspeitos de participarem do estupro coletivo de uma adolescente, no Rio de Janeiro, ainda não foram detidos. Segundo o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, ainda falta o que ele chama de "falta detalhe jurídico", para que a prisão possa ser solicitada.

Em entrevista, ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, disse que o caso não ficará impune. Segundo ele, é certeza que todos os criminosos serão presos, julgados e condenados.

Beltrame explicou que se o delegado ainda não pediu a prisão dos suspeitos de terem estuprado a adolescente, é porque falta algum elemento, que impediu que a solicitação fosse feita.

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 Ele também disse que todos os criminosos serão presos, tanto os que praticaram o estupro coletivo, quanto os que divulgaram as imagens da menor desacordada, nua e sangrando, após o estupro. Embora não tenha dado detalhes, o secretário revelou que na tarde desta sexta-feira, a polícia esteve em uma operação no local no qual a menor foi estuprada, a região da Praça Seca, em Jacarepaguá, para buscar pelos estupradores. A #Polícia Federal está a disposição para auxiliar a Polícia Civil, caso seja necessário, informou o  ministro da Justiça e Cidadania. Alexandre Moraes diz que sabe que a polícia local tem todas as condições para resolver o #Crime e punir os culpados.

Na próxima terça-feira (31), o ministro vai se reunir com os secretários estaduais de segurança. A intenção e de estabelecer uma agenda de ações que combatam a violência contra a mulher.

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A menina de 16 anos só se lembra de acordar nua, com o corpo sujo, em uma casa que não conhecia. Ao redor dela, estavam mais de 30 homens armados. No dia anterior a jovem tinha ido para a casa do namorado, um jogador de futebol de um clube carioca da primeira divisão, com que a adolescente se relaciona há três anos.

A garota só conseguiu chegar em casa dias depois, com a ajuda de um suposto agente comunitário. Ela não contou para a família nada do que tinha acontecido. Os pais só ficaram sabendo quando dois homens, já identificados pela polícia, divulgaram vídeos e fotos na internet. #Casos de polícia