O jogador de futebol que é tido como um dos suspeitos de participar do estupro coletivo no Rio de Janeiro diz que o #Crime não é verdade. Lucas Duarte Santos, de 20 anos, era o namorado da adolescente, que foi violentada por mais de 30 homens. Foi com ele que ela encontrou na festa, antes de acordar nua e rodeada de homens armados, segundo o relato da adolescente. Lucas disse que tudo não passa de invenção, para justificar as imagens divulgadas para a família. Segundo ele, os pais da menor são religiosos. O advogado do jogador suspeito disse que o rapaz só teve envolvimento com a menina no passado.

Na versão dele, eles estavam em um baile funk e saíram de lá, dois casais, incluindo a vítima, para irem para uma casa abandonada no Morro da Barão, na Praça Seca, zona oeste do Rio de Janeiro.

Publicidade
Publicidade

Ele conta que a menina teve relações sexuais com um rapaz de nome Ray de Souza, enquanto ele teve relação com outra menina, no mesmo local.

Segundo o advogado, os três saíram de lá e deixaram a menor no local. Por isso, não podem falar o que aconteceu depois. Ray expôs algumas fotos da menor de idade no Whatsapp.

No vídeo da vítima, que foi divulgado na internet, foi citado que 30 homens se relacionaram com ela, que estava nua e desacordada. Segundo o advogado, a afirmação se referia a um rap conhecido no local, que fala que uma pessoa “engravidou mais de 30”.

O suspeito esteve na Cidade da Polícia para dar depoimento, na noite desta sexta-feira (28). Com ele estava o amigo, com que o advogado conta que a menina teve relação sexual consentida. A participação do rapaz não foi confirmada pela polícia.

Publicidade

Ele zombou da situação. Enquanto acenava para as câmeras, ironizou: "Eu estou mais famoso que a Dilma".

A menor conta que se lembra de ter encontrado com o namorado. Depois acordou novamente nua e dopada em uma casa, rodeada de homens armados. Ninguém foi preso até o momento e o caso de estupro coletivo continua sendo investigado. Protestos pedindo punição dos criminosos acontecem em vários locais do país.  #Investigação Criminal #Casos de polícia