A Polícia Civil do Rio de Janeiro enviou para jornalistas neste sábado, 28, imagens da residência onde teria acontecido um estupro coletivo de uma menor de idade. As fotos podem ser vistas aqui na Blasting News. Para acessá-las, basta clicar na imagem desta reportagem, a que mostra o cômodo mais importante para a resolução do #Crime, o quarto. Ao todo, disponibilizamos para você internauta cinco imagens, que são de uma humilde casa em São José Operário, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Ao entrar na residência, os policiais já se depararam com uma porta tendo a frase pichada 'Bonde do Fubá', o nome de possível facção criminosa da região.

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A cama onde a jovem foi vista desacordada por milhares de internautas aparecia desarrumada. O quarto possui um televisor antigo. As condições de limpeza do local são extremamente precárias. O vídeo com o crime foi publicado nas redes sociais. Um dos homens aparece rindo e exibe o órgão genital da menor de idade. Ele faz piada com o fato da adolescente ter sido estuprada por mais de 30 homens. 

A cozinha do imóvel é bem pequena. Uma geladeira velha ainda guardava em sua parte superior garrafas de cerveja. A polícia encontrou na residência diversos objetos e roupas que serão periciados. Eles podem provar não só que houve o crime, mas quem participou. Isso porque restos de DNA e/ou de esperma podem ser encontrados nos utensílios. A garota alega que foi dopada e quando acordo viu 33 homens ao seu redor.

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"Eu contei. Eram 33", disse ela ao jornalista Roberto Cabrini, que no domingo, 29, exibirá o caso no programa 'Conexão Repórter', do SBT. 

Durante a incursão na comunidade, um homem foi preso. Ele é acusado de ter participado do crime. O suspeito nega que tenha estuprado a garota. Nesta sexta-feira, 27, outros dois suspeitos deram depoimentos à polícia civil. Eles também negaram que tivessem violado a garota. Um deles, no entanto, confessou que gravou as imagens que foram divulgadas nas redes sociais e que divulgou o conteúdo na web. 

A advogada da garota, Eloisa Samy, que em 2014 chegou a ter prisão solicitada acusada de participar de manifestações violentas, pediu que o delegado Alessandro Thiers seja retirado do caso. Ele foi o mesmo homem que pediu a sua prisão em 2014.