Um estupro coletivo causou polêmica no Brasil e no mundo. Uma menina de 16 anos foi abusada por 33 homens no Morro do Barão, Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O #Crime ficou conhecido porque um vídeo realizado com a menina nua foi compartilhado nas redes sociais. O vídeo mais famoso foi publicado no Twitter, mas antes de ir parar no microblog de 140 caracteres, as imagens já tinham viralizado no aplicativo WhatsApp. Os primeiros que publicaram o vídeo no Twitter foram indiciados pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Outras pessoas que assistiram ou compartilharam as imagens também podem ser presas. 

Além disso, um abaixo-assinado está sendo feito pela internet.

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A petição já conseguiu mais de 35 mil assinaturas, número mínimo para que uma reclamação fosse enviada ao Twitter. O objetivo agora é fazer com que o site passe os dados dos usuários que compartilharam fotos e vídeos da menina nua para a Polícia. Quem compartilhou, curtiu ou respondeu mensagens com o conteúdo também pode sofrer alguma sanção do microblog 140 caracteres. 

É bom lembrar que perfis que publicaram as imagens foram excluídos pelo Twitter. Mesmo assim, a petição quer que informações ligadas a esses perfis sejam enviadas para a Polícia. Até o momento, duas pessoas foram presas. Quatro estão foragidas e um sétimo homem é procurado pelos investigadores. O nome desse não foi revelado. Os presos são Raí de Souza e Lucas. Raí confessou ter gravado e divulgado imagens da menor de idade na internet.

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Enquanto Lucas é ex-namorado da adolescente. Ele nega ter qualquer relação com o crime. O rapaz era jogador de futebol do Boavista, mas depois da prisão teve contrato rompido. 

A Polícia disse que tem certeza de que houve estupro. "O vídeo em si já prova que houve o ato", disseram representantes da entidade em uma coletiva nesta segunda-feira, 31. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) disse que não há vestígios de violência na jovem, mas que a demora para realizar os exames pode ter prejudicado a perícia.  #Investigação Criminal