O vídeo do estupro coletivo da adolescente do Rio de Janeiro, no qual ela aparece sendo abusada por 33 homens, foi amplamente compartilhado nas redes sociais e em toda a #Internet. Agora, depois da justiça prometer punir quem divulgasse as imagens, a gravação foi parar em sites pornográficos, onde o controle desse tipo de conteúdo é mais difícil, pois a maioria desses sites está hospedado fora do Brasil. A adolescente falou sobre o crime durante uma entrevista exclusiva ao Fantástico, da Rede Globo.

Em uma busca rápida pela internet, é possível encontrar centenas de sites que disponibilizam o conteúdo. Nele, o vídeo do abuso é explicado como “sexo grupal”, sem nenhum tipo de alerta sobre o fato de que, na verdade, o vídeo de 33 homens estuprando a adolescente de 16 anos no Rio de Janeiro se trata de um #Crime hediondo.

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Compartilhar vídeo de estupro coletivo é crime

O simples fato de compartilhar o vídeo de 33 homens violentando a jovem já configura crime, segundo o código penal brasileiro. De acordo com a lei brasileira, divulgar e compartilhar fotos ou vídeos de conteúdo pornográfico ou erótico envolvendo crianças ou adolescentes é crime, com pena prevista entre quatro e oito anos de prisão. Especialistas em crimes cibernéticos, porém, afirmam que esse tipo de controle é difícil e que dificilmente os culpados por esse tipo de ação são punidos de forma efetiva.

Vídeo de 30 homens estuprando garota viraliza

Além da internet convencional,  vídeos como o de 30 homens estuprando a adolescente de 16 anos, no Rio de Janeiro, também são amplamente divulgados na deep web, uma espécie de internet oculta, onde os usuários navegam de forma anônima e sua identificação é praticamente impossível.

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Essa rede oculta de computadores é normalmente usada para a prática de crimes como pedofilia, compartilhamento de vídeos de estupro e abuso sexual de adolescentes e crianças e tráfico de drogas e armas.

Namorado de adolescente diz que vídeo é mentira

Um dos jovens suspeitos de participação no vídeo de 30 homens violentando a jovem em uma comunidade do Rio de Janeiro afirmou que a gravação é uma farsa, e que a adolescente criou a história do abuso coletivo para escapar de uma possível punição dos pais, que são praticantes religiosos. #Violência