O vídeo do estupro coletivo da adolescente de 16 anos, no Rio de Janeiro, ainda é compartilhado por milhões de usuários na deep web. A chamada web oculta é uma espécie de limbo da internet convencional, onde os sites não são indexados pelos mecanismos de busca convencionais, como o Google, e assim são de difícil localização. Esse lado obscuro do sistema mundial de navegação é comumente usado para compartilhar arquivos proibidos e onde os usuários cometem outros tipos de #Crime, como compartilhamento de vídeo do estupro, vídeo de abusos e #Violência em geral.

Com a grande repercussão do caso do Rio de Janeiro, onde 33 homens gravaram um vídeo de estupro coletivo contra uma adolescente de 16 anos, as imagens logo se tornaram virais e caíram na chamada “rede clandestina”, uma vez que o compartilhamento das gravações na internet convencional pode ser facilmente rastreado e os seus autores identificados.

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Divulgar vídeo do estupro coletivo é crime

A divulgação do vídeo ou de outras imagens do caso é um crime grave, previsto no artigo do código civil brasileiro. Segundo especialistas, a detenção para este tipo de crime pode chegar até 8 anos de prisão aos seus autores.

Em poucas horas o Safenet, site usado para denunciar crimes contra a criança e o adolescente, recebeu mais de 5 mil denúncias sobre o compartilhamento da gravação do estupro contra a adolescente do Rio de Janeiro.

Manter o as imagens do crime armazenadas nos aparelhos pessoais, como smartphone, tablets ou computadores, também é crime previsto em lei.

Vídeo de estupro não será esquecido

Para a polícia, a prioridade, no momento, é identificar cada um dos 33 homens responsáveis pelo vídeo do abuso no Rio de Janeiro. Após, as investigações serão direcionadas para tentar identificar os possíveis autores da exposição das imagens na internet.

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Para especialistas, porém, dificilmente o vídeo será esquecido, uma vez que é impossível apagar os rastros do caso na internet. Assim, o crime do compartilhamento do vídeo acaba sendo perpetuado. #WhatsApp