E o caso de suposto estupro coletivo em uma comunidade do Rio de Janeiro teve uma reviravolta oficial nesta segunda-feira, 30. O laudo da perícia apontou que não há qualquer indício de violência na menina. Não foram encontrados tecidos destruídos na vagina da menor de idade, nem marcas recentes de agressões. A menina tem 16 anos e disse que sofreu o estupro no dia 22 na comunidade do Morro do Barão, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com o laudo, a demora para procurar o Instituto Médico Legal (IML) e a polícia pode ter sido determinante para que vestígios de agressões não fossem encontrados.

A polícia também não encontrou qualquer vestígio de sangue no local do suposto #Crime.

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Em entrevista ao 'Fantástico' neste domingo, 29, o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, já havia adiantado que a perícia contrariaria o senso comum da sociedade. Apesar de não encontrar sangue aparente, ele informou que objetos agora passariam por uma perícia minuciosa, na qual seriam buscados restos de DNA, seja sangue os esperma. 

O vídeo divulgado nas redes sociais também passou por uma perícia dos polícias. O laudo deste, no entanto, não foi divulgado. A menina que sofreu o abuso agora está no programa de proteção à menor. Ela está em um endereço não divulgado pelos policiais. O perfil dela no Facebook também foi retirado do ar. Não é  a primeira vez que isso ocorre. A menina também tem recebido muitas denúncias. Em sua página, ela tinha fotos com armas e em poses extremamente sensuais.

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Muitas dessas fotos foram apagadas. A garota negou que tenha feito qualquer imagem segurando armas ao 'Fantástico', revelando que tudo não passava de uma montagem. Suspeitos ouvidos pela polícia negam o estupro e dizem que isso é mal visto na comunidade. De acordo com áudios supostamente indicados a traficantes, a garota se prostituía em troca de drogas. Ela nega que tenha consumido entorpecentes na noite do crime, mas não soube explicar como chegou no local. A Polícia também já tem certeza que não cabiam 33 homens no local do crime.  #Investigação Criminal