As imagens gravadas no vídeo do estupro coletivo seriam falsas, segundo o advogado que defende um dos suspeitos do #Crime, o namorado da adolescente de 16 anos, abusada no Rio de Janeiro. Segundo o defensor, não houve estupro nenhum. De acordo com ele, o vídeo do estupro coletivo foi gravado em uma casa no Morro do Barão, na Praça Seca, zona Oeste do Rio de Janeiro. Os jovens da comunidade costumavam se reunir no local para terem relações sexuais.

No dia do crime, segundo o defensor, a adolescente com o namorado e outro casal saíram de um baile funk na comunidade e foram até o local para praticarem sexo. Entretanto, segundo o advogado do suspeito, houve uma troca de casais e também foram consumidas drogas.

Publicidade
Publicidade

Até então, todo o ato foi consensual, afirma o advogado.

Ainda, segundo ele, o seu cliente teria saído do local e a vítima teria permanecido na casa por vontade própria. Em relação às imagens do crime, o defensor afirmar que a referência aos 33, feita por um dos responsáveis pela gravação das imagens, faz referência ao próprio baile funk de onde os quatro teriam vindo e não ao número de agressores. A versão foi negada pela vítima.

Vídeo do estupro no Rio de Janeiro

Segundo a adolescente, o vídeo do abuso foi feito por homens armados. Ela afirma que foi agarrada e imobilizada na casa por vários rapazes, a maioria tem relação com tráfico de drogas no local.

Logo após o crime, a jovem teria saído do local e ido para casa. Porém, no dia seguinte ao abuso, ela teria voltado até o morro para procurar o próprio celular, que teria sido roubado.

Publicidade

Ela afirma que só teve conhecimento do vídeo do abuso dias depois e que ficou chocada ao tomar conhecimento da ampla divulgação das imagens. A adolescente de 16 anos é mãe de uma criança de três. A avó da vítima diz que a neta está bastante assustada, mas se recupera em casa. Assim como a jovem, ela diz que também viu as imagens do abuso após receber o vídeo de um vizinho. Logo após receber as imagens, elas se dirigiram até uma delegacia para formalizar a denúncia do abuso. #WhatsApp #Violência