Estão circulando em grupos do WhatsApp e no Facebook imagens e vídeos de um homem sendo degolado. Internautas apontam ele como um dos possíveis estupradores de uma menina de 16 anos. A informação não foi confirmada pela polícia, que diz não ter recebido registro formais do caso. O estupro coletivo da menor de idade do Rio de Janeiro está sob comando da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática. Os investigadores não revelarão o nome da menina, que passou esta quinta-feira, 26, por exames médicos.

Ela esteve em um hospital de referência ginecológica, vendo possíveis danos à saúde da garota. De acordo com o jornal 'O Globo', a menor de idade teria confirmado que foi violentada, na verdade, por 33 homens e não por 30, como um dos suspeitos disse no vídeo.

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Ela pediu para ir para casa, não querendo permanecer no hospital. A adolescente também fez exame no Instituto Médico Legal (IML) e deu depoimentos na Cidade da Polícia. Investigadores já mandaram prender quatro dos trinta e três homens envolvidos na atuação.

O caso teve repercussão mundial. A presidenta afastada do Brasil, Dilma Rousseff, disse que está profundamente triste com o caso. A Organização das Nações Unidas (ONU) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também assinaram notas de repúdio contra o #Crime, chamado de barbárie em pleno ano de 2016. Até o fim da tarde, o Ministério Público, que também acompanha o caso, já havia recebido mais de 800 denúncias em relação ao crime. 

O pai da menina falou a jornalistas extremamente fragilizado. Ele pediu para que o nome não fosse identificado.

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Segundo o homem, sua filha teria ido a um baile na comunidade do Morro do São João, na Praça Seca. Após a festa, ela teria sido violentada. A jovem revelou em depoimentos que saiu de casa na sexta-feira, 20, para ir à casa de um namorado. Ela não se lembra o que aconteceu e ficou três dias desacordada, levantando apenas no domingo.

Um transeunte que viu as imagens publicadas no Facebook exibindo a barbárie levou a menina até à família.  #É Manchete!