O presidente em exercício Michel Temer tem em seus quadros de trabalho muitos nomes que estão no #Governo desde a época de Dilma Rousseff. O peemedebista pretende exonerar 4.000 cargos comissionados até o fim do ano. Internamente, os primeiros que devem "rodar' são àqueles vistos como possíveis "espiões", petistas dispostos a contar tudo o que acontece para a presidente Dilma. Muitos funcionários do Palácio do Planalto, no entanto, estão "virando a casada", literalmente.

Um dos que preferiram mudar até o status da rede social foi Murilo Barella, Diretor do Departamento de Estatais do Ministério do Planejamento no governo Dilma.

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Economista, ele deu uma "repaginada" em sua conta do Facebook. Tudo ocorreu depois que ele descobriu que continuaria no Ministério do Planejamento, mas com outro cargo, assessor da secretaria-executiva do ministério, no governo Temer. Aliados já estão mandando Michel Temer abrir o olho.

De acordo com o jornalista Lauro Jardim, do jornal 'O Globo' em reportagem publicada nesta quarta-feira, 25, Murilo Barela apagou até fotos pessoais de sua rede social. Em uma delas, ele aparecia usando uma blusa vermelha com um adesivo do Partido dos Trabalhadores (#PT). Apagar as imagens não adiantou muito coisa. Colegas do assessor do Ministério salvaram algumas fotos. Lauro Jardim não publicou informações se teria ou não procurado o assessor alvo de sua reportagem. Caso esse queira espaço na Blasting News, essa matéria será atualizada. 

É bom lembrar que há até seis meses até mesmo o atual presidente em exercício, Michel Temer, também era a favor do Partido dos Trabalhadores, estando por muitas vezes em palanques da legenda.

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Afinal, todos lembram que Temer e Dilma se uniram para ganhar duas eleições à presidência. Sabendo disso, o peemedebista não ataca a petista, mas essa o chama de "conspirador". Outro nome político rechaçado por Dilma é o de Eduardo Cunha, chamado de "gestor do golpe". Golpe é a palavra utilizada por Rousseff para se referir ao processo de impeachment.  #É Manchete!