Por volta das 19h no horário de Brasília, um apagão atingiu o prédio do Senado, em Brasília. Inicialmente, muitos servidores brincaram com o fato, mas os trabalhos não foram interrompidos. Um homem que trabalha na limpeza dos corredores da política brasileira chegou a brincar "é melhor tomar cuidado com as carteiras", informou um colega jornalista que gravava um vídeo no local quando as luzes simplesmente apagaram. O apagão nos primeiros minutos não cancelou a sessão que discute o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

No entanto, por volta das 19h45, a sessão foi suspensa até que retorne a eletricidade em um dos prédios mais conhecidos do país.

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Até a publicação dessa reportagem, às 20h06, a luz ainda não havia voltado. A previsão é que a sessão seja cancelada e retome os trabalhos amanhã. As oitivas tem previsão de término apenas para quarta-feira, 29, quando a última testemunha de defesa da presidente 

Até a interrupção por conta do "apagão", estava sendo ouvida Maria Fernanda Ramos Coelho, ex-secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário, como testemunha da defesa da presidente afastada, Dilma Rousseff. Antes, também como testemunha da defesa, prestou depoimento o deputado federal e ex-ministro Patrus Ananias (eleito pelo Partido dos Trabalhadores (#PT) de Minas Gerais).

Nas redes sociais, o apagão no Senado também virou brincadeira entre os internautas. Memes rapidamente ganharam o Facebok e o Twitter. Veja abaixo alguns dos comentários. 

"A Crise está tão braba que o presidente Michel Temer mandou acabar com a palhaçada e acabar logo com tantas reuniões", disse uma pessoa no Facebook.

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"Meu Deus, cuidado com o dinheiro servidores, vocês podem sair sem nada", disse outro.

A sessão marcou a volta da Senadora Gleisi Hoffmann (eleita pelo PT do Paraná) à Comissão. Ela faltou na sexta-feira, 24, após o marido, Paulo Bernardo, ex-Ministro do Planejamento, ser preso de forma preventiva. Paulo está detido na superintendência da Polícia Federal no estado de São Paulo.  #Governo