Daniela Albertino Santos, de 19 anos, confessou que colocou veneno de rato na mamadeira da própria filha. No entanto, o crime cometido por ela teve um final não muito bacana para ela. A notícia voltou a repercutir porque presas deram uma baita surra na jovem. O espancamento teria ocorrido no Conjunto Penal de Teixeira de Freitas, na Bahia. De acordo com um site local, a detentas não gostaram de saber que a mulher teria tentado matar a própria filha. Daniela foi presa em 2015, mas o #Crime cometido por ela repercutiu em todo o Brasil devido à barbaridade empregada. 

De acordo com a presidiária, a ação foi realizada para chamar a atenção dos companheiro, que estaria pensando em deixá-la.

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O caso voltou a ser comentado depois de um crime que ocorreu nesse mês no Amazonas. Por lá, uma mãe e um padrasto foram presos acusados de morderem um garoto de 1 ano. O padrasto confessou que mordia o pênis da criança com ciúmes da mãe dela. Já a mulher que cria o bebê alegou que não sabia de nada, mesmo vendo inúmeras marcas de mordidas pelo corpo da criança. 

De acordo com informações da unidade onde a mãe que envenenou a filha ficou reclusa, as presidiárias arrancaram parte do cabelo dela e a socaram. Depois que começaram a ver o linchamento, agentes penitenciários tomaram providências. Daniela teve sorte e nada mais grave aconteceu com ela. "Ela teve escoriações leves, nada que gere uma lesão permanente", disse um dos responsáveis pelo local. A presa precisou ser afastada das demais, afim de evitar que ela novamente fosse agredida.

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Em presídios masculinos é muito comum criminosos acusados de estupro serem estuprados. É como funciona a "justiça do crime". Atitudes criminosas também costumam acontecer conta presos jovens ou chamados de "bonitos". Eles acabam funcionando como mulheres para os demais. Quando não aceitam os abusos são agredidos ou mortos. Para evitar a violação, entidades pedem que se separem estes criminosos em sessões diferentes. Láercio Moura, do BBB,  por exemplo, não foi enviado a um presídio até hoje por conta do temor.  #Investigação Criminal