O Brasil ficou chocado nesta última semana, após ser divulgado um vídeo na internet, que mostra uma jovem, de 16 anos, deitada em uma cama, sendo molestada e humilhada. Nele, dizem que a menina foi estuprada por mais de trinta homens, e o caso ganhou repercussão internacional. Até a atriz Ema Watson postou a hashtag "#EstuproNaoÉCulpaDaVitima" em apoio à adolescente, que agora está sob os cuidados do sistema de proteção a vítima federal.

Após jovem ser estuprada por 33, lei sobre estupro muda 

Após o vídeo ser divulgado, inúmeros desdobramentos aconteceram. Um jogador foi preso por ter participado do ato contra a adolescente.

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A jovem deu entrevista a programas da TV. O delegado que cuidava do caso acabou sendo afastado, após declarar por WhatsApp que a jovem não havia sido estuprada, baseando-se em um laudo de exames médicos realizados pela jovem cinco dias, após o ocorrido. Depois disso, outra delegada fora designada para cuidar do caso.

Como resposta à atrocidade do estupro por 33 homens no Rio de Janeiro, o #Senado Federal aprovou uma lei que tipifica o #Crime de estupro coletivo. Agora, quem participar de tal crime poderá pegar até 30 anos de prisão.

Quem divulgou as cenas do vídeo do estupro também será responsabilizado

Além disso, preste atenção ao que você publica na internet e em sua rede social. Muitas pessoas compartilham publicações que são consideradas crimes, muitas vezes, sem saber. Agora, quem compartilhar cenas de estupro coletivo na internet será enquadrado por essa nova lei que também foi sancionada, prevendo que aqueles que compartilham esse tipo de material, também poderão ser responsabilizados criminalmente. 

O estupro coletivo caracteriza-se pelo ato cometido por duas ou mais pessoas.

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Para quem divulga fotos e conteúdos de estupro coletivo, a pena será de 2 a 5 cinco anos de prisão, conforme o texto da lei aprovada pelo senado.

A lei será encaminhada para a câmara dos deputados que deve colocar em votação em breve, para depois será sancionada pelo presidente interino, Michel Temer (PMDB). #Violência