Recentemente, o Senador do Rio de Janeiro eleito pelo PSB, Romário Farias, entrou em uma grande polêmica. Ele pediu para renunciar à comissão que analisa o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado. Em entrevistas, o "baixinho" deixou claro que poderia mudar o voto. O jogo que ele decidiu fazer a partir dali gerou debates e críticas, até que Farias voltou ao voto original. Em contato com Magno Malta, do PSC, ele deu certeza que votaria pela deposição da representante do Partido dos Trabalhadores (PT).

Outra conduta polêmica de Romário, no entanto, agora virou uma investigação. A decisão é do Supremo Tribunal Federal (STF).

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O Ministro da mais alta corte do país, Edson Fachin, deu aval para que um inquérito contra Romário. O processo é movido por Gilmar Rinaldi, ex-coordenador da seleção brasileira. Ele entrou com o pedido contra Romário no dia 23 de março. Rinaldi diz que sua honra foi atacada depois que o ex-jogador deu uma entrevista para um jornal esportivo no exterior. Naquela ocasião, Romário fez sugestões de irregularidades nas convocações dos jogadores do time até então treinado por Dunga. O técnico foi demitido nessa semana e Tite, que treinava o Corinthians, entrou em seu lugar. 

Outro processo que ainda pode ser autorizado contra Romário foi movido por Dunga. O ex-técnico da seleção acusa o congressista de difamá-lo e também de promover injúria contra sua pessoa. Por ter foro privilegiado, o ex-jogador só pode ter processo contra ele aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

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O jogador não comentou a autorização de abertura de inquérito contra ele; 

Romário confirmou nessa semana que se candidatará à prefeitura do Rio de Janeiro. O pleito na cidade na maravilhosa será um dos mais disputados da história. Isso porque as principais legendas terão candidatos próprios, evitando assim as famosas coligações. Chegou-se a falar nos bastidores que o declínio de Romário seria para tentar um apoio do Partido dos Trabalhadores (PT) nessa nova empreitada, mas a legenda deve apoiar Jandira Feghalli, do PC do B.  #Governo #Crime