No início deste ano, o ator Paulo Betti, aos 63 anos, deu uma declaração que acaba servindo muito bem para os tempos de agora. Em entrevista ao jornalista Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo', ele confessou que vota no Partido dos Trabalhadores (PT) e no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele então sugeriu maneiras de como contornar a crise que vive hoje o Brasil. Para ele, todos deveriam doar dinheiro para o #Governo. Na época, quem ainda estava a todo vapor no poder era a presidente afastada #Dilma Rousseff

”cada um daria o que pode. Assim o país faria superávit, seria uma grande vaquinha em prol do Brasil", disse o profissional da dramaturgia, que recentemente esteve em 'Império' como um jornalista de fofocas.

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Ele não foi o único a defender estratégias de arrecadação de dinheiro para a legenda que colocou Lula e Dilma no poder. Nesse fim de semana, a atriz Tássia Camargo comentou uma notícia que parou a internet. O presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, proibiu o uso de cartões corporativos pela equipe da presidente afastada.

Ela não pôde, por exemplo, fazer compras para a dispensa do Palácio da Alvorada, em Brasília. Tássia pediu que os seguidores de Dilma arrecadassem alimentos para levar até ela, evitando assim, quem sabe, que ela pudesse, por exemplo, passar fome. A tática de Tássia gerou muitas críticas na web e também uma reviravolta da mídia.

Isso porque nesta terça-feira, 07, a coluna 'Painel', do jornal 'Folha de São Paulo' publicou dados, até então sigilosos, de como seria o gasto da presidente afastada com comida.

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Ela teria gasto em média R$ 62 mil mensais neste ano. Após o Senado, no dia 12 de maio, decretar o afastamento da petista, os gastos aumentaram ainda mais. Em apenas 18 dias, chegaram a incríveis R$ 54 mil.

Representantes do governo criticaram publicamente o que chamaram de falta de parcimônia da equipe da petista. Isso porque o governo Temer solicitou que só gastos necessários fossem adquiridos através do cartão corporativo, que chegou a ser bloqueado.