Foi anunciado nesta quarta-feira, dia 29, pelo Ministro do Planejamento e Gestão, Dyogo de Oliveira, o aumento salarial para os servidores do Poder Judiciário brasileiro. A mudança irá custar para os cofres do país R$ 1,697 bilhão no ano de 2016. O Ministério Público da União (MPU) também terá aumento no valor dos vencimento, impactando o total de R$ 295,8 bilhões no orçamento. Dyogo esteve hoje em reunião extraordinária com a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em Brasília. De acordo com o responsável pela pasta, os aumentos serão dados a partir de recursos previstos pela União em seu Orçamento. O documento que fala sobre esses ganhos é o anexo que trata assuntos relativos a servidores.

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O ministro garante que a regra está dentro das normais legais e segue o processo legal.

Após ter encaminhado números que não "batia"m pelo Planejamento ao Judiciário, Dyogo foi chamado para que prestasse informações a respeito de como o aumento irá impactar nas contas públicas e, consequentemente, na vida dos brasileiros.

Já o Senado Federal votou projetos de lei que aumenta o valor do vencimento dos funcionários do Poder Judiciário. Ainda hoje, o ministro enviou uma errata para os senadores a respeito dos números informados anteriormente e aproximando os que foram divulgados na CAE. Dyogo garantiu, durante o encontro, que os reajustes serão dados dentro dos limites da lei.

O aumento será de 41,5%, dado em oito vezes até o ano de 2019.

Elogios de Temer

O ministro foi elogiado nesta semana pelo atual presidente do Brasil, Michel Temer (PMDB), que está exercendo o poder interinamente após Dilma Rouseff (PT) ser afastada para ser investigada por crime de responsabilidade.

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Dyogo Oliveira assumiu após a queda de Romero Jucá (PMDB-RR), e ouviu do presidente da República que tem feito um bom trabalho.

"Estou satisfeito", garantiu Temer.

O presidente falou à imprensa, durante uma coletiva, que o ministro ter sido aliado de Dilma não é algo ruim. Ele acredita que esse tipo de opinião é para quem não tem "visão institucional". #Michel Temer #Dentro da política #Crise-de-governo