O autor Luis Fernando Veríssimo é conhecido pelos livros que escreve e também pelas colunas políticas que escreve em jornais de todo o país. Em uma coluna publicada neste domingo, 19, ele tentou criticar o juiz federal Sérgio Moro, uma das figuras mais queridas do povo brasileiro. No entanto, boa parte das críticas soaram como elogios, demonstrando uma forte a atração de Veríssimo pelo jurista que está à frente da principal investigação do país, a Lava Jato, que apura os desvios absurdos feitos na maior estatal brasileira, a Petrobrás.

Em dado momento de sua coluna, o autor favorável à volta da presidente afastada Dilma Rousseff chega a chamar o magistrado de "justiceiro galã".

Publicidade
Publicidade

A mulher de Moro não comentou os elogios/críticas do escritor nas redes sociais. Ela costuma publicar o dia a dia do maridão em uma página chamada 'Eu Moro com ele'. O juiz recebeu neste ano uma das maiores honrarias midiáticas. Ele foi até Nova York, nos Estados Unidos, para receber o título de uma das 100 pessoas mais influentes do planeta.

Veríssimo diz que Moro faz uma justiça cinematográfica. Ele chega a reclamar da rapidez com que tudo acontece, sugerindo que o juiz estaria vendo muitos filmes americanos. Enquanto isso, a opinião pública apoia o juiz federal. O magistrado parece não estar nem um pouco intimidado. Ele agora tem um inquérito importante nas mãos, o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) desceu o político do Partido dos Trabalhadores para a justiça de Curitiba.

Publicidade

O inquérito que o juiz avaliará diz respeito a suposta troca de favores de empresários ao petista, que teria ganho um sítio em Atibaia e um Tríplex no Guarujá. Ele nega que tenha recebido qualquer ajuda irregular e garante que não é dono de nenhuma das propriedades mencionadas.

O protagonismo do juiz pode aumentar ainda mais. Já que com o afastamento de Dilma do poder, muitos Ministros foram exonerados e perderam o foro privilegiado. Ou seja, ficou mais fácil para ele investigar todo mundo.  #É Manchete!