Uma pesquisa do Centro Mundial de Competividade (CMC), publicada no dia 30 de maio, concluiu que os países latino-americanos estão sofrendo para tentarem controlar suas economias. O documento destaca o Brasil, antes considerado uma das melhores economias da América Latina e a sétima maior economia do mundo. Hoje o pais está entre os piores colocados no ranking de países em desenvolvimento dentro de uma lista com mais de 60 países incluídos.

Atualmente, o Chile é o melhor pais latino-americano na lista, ocupando a 35ª posição.O México vem logo em seguida, ocupando a 45ª posição, seguido por Colômbia e Peru. O Brasil perdeu diversas posições e agora ocupa o 60º lugar, à frente somente da Venezuela.

Publicidade
Publicidade

De acordo com Arturo Bris, coordenador do CMC, em entrevista para o canal de notícias "Efe", ele declara que neste momento, o Brasil é governado por um dos piores governos do mundo, perdendo para os venezuelanos e ucranianos. A conclusão foi feita em comparação à avaliação dos estudos sobre as eficiências dos governos.

De acordo com ele, os brasileiros estão na lanterna em incompetência, descaso das autoridades, aliado à corrupção, entre outros.''No Brasil, para se regularizar uma empresa, a demora é em torno de 120 dias. Nos demais países esse período leva em torno de três a sete dias''. Ele também cita que o crescimento econômico do Brasil não é atrativo para os investidores no momento. ''É evidente que o governo de Michel Temer não está fazendo um bom trabalho, além disso, a maioria de seus ministros estão sendo investigados na Operação Lava Jato. Desse jeito, os brasileiros levarão anos para se recuperarem da #Crise econômica que enfrentam''.

De acordo com Bris, até o momento, nenhuma economia da América Latina está perto de atingir as qualificações essenciais para evoluir dentro do ranking.

Publicidade

A pesquisa do CMC também concluiu, que na América do Sul, existem muitos países apresentando desigualdades entre ricos e pobres. E destaca que nesses casos, esse é resultado do preço a ser pago em países que pretendem ganhar competitividade com os grandes mercados. ''Geralmente é o que acontece na maioria dos países latino-americanos, ou eles diminuem a desigualdade social e acabam tornando-se uma Venezuela, ou continuam do jeito de que estão'', concluiu o diretor do Centro Mundial de Competitividade. #Crise no Brasil