O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu desabar sobre os ataques sofridos pela legenda que o elegeu ao cargo mais alto do país. Nesta quinta-feira, 30, o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) foi atacado duas vezes pelo mesmo homem. Em nota, o antecessor da presidente afastada Dilma Rousseff disse que sentia uma "imensa tristeza",confirmando que recebeu a notícia do ataque contra o prédio que representa a força que o #PT teve durante anos, elegendo dois presidentes em quatro mandatos diferentes. 

#Lula relacionou o ataque ao prédio ao crime político que existe hoje no país. De acordo com ele, pensamento políticos diferentes não podem acabar sendo transformados em atos de violência.

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O prédio atacado foi o mesmo que na semana passada foi alvo da operação 'Custo Brasil'. O edifício foi alvo de uma mandado de busca e apreensão. Policiais federais vasculharam em todos os lugares procurando compartimentos secretos. O que se sabe é que um computador e um HD externo teriam sido levados pelos agentes da lei. 

O político diz ainda no comunicado que nem mesmo a bomba tacada mais cedo no partido o intimidaria. O artefato em questão teria sido fabricado em casa.  "Nenhuma bomba, pé-de-cabra ou agressão vai tirar nossa determinação de lutar por um Brasil mais justo para todos", diz o político no texto divulgado amplamente na internet. Outros líderes da legenda já haviam se pronunciado mais cedo. Eles chegaram a dizer que o atentado era um ataque obscuro a democracia brasileira. 

Não é a primeira vez que protestos políticos acabam com invasões, depredações ou atos com resultados duvidosos.

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Isso acontece constantemente. No entanto, chamou a atenção do fato em questão a informação do mesmo homem quebrar os vidros do prédio do PT na madrugada, ser preso e horas depois tentar depredar novamente a sede da legenda. De acordo com a jornalista Monica Bergamo, o cidadão revoltado teria sido capturado pelos seguranças do local. Não foi informado se ele foi preso novamente depois da captura.  #Governo