X é adolescente de 16 anos que chamou a atenção do Brasil e do mundo. Ela revelou para a Polícia Civil do Rio de Janeiro que foi vítima de um estupro coletivo envolvendo mais de 30 homens no Morro do Barão, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O crime foi descoberto depois da divulgação de um vídeo na internet. A adolescente, no entanto, mesmo com a pouca idade é velha conhecida das autoridades cariocas. 

De acordo com uma reportagem do jornal 'O Estado de São Paulo' publicada nesta quinta-feira, 02, ainda com 14 anos de idade, a menina, que tinha um filho com 1 ano, acabou sendo apreendida por ordem da justiça.

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Ela foi obrigada a ficar em um abrigo para tratar viciados em drogas. A menina, no entanto, não ficou muito tempo no local.A jovem batia nos pais. O pai é aposentado e sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC), também conhecido como derrame. A mãe também foi vítima das agressões.

Uma fonte entrevistada pelo jornal disse que sente que há uma impotência de nada ter funcionado com a garota. A entrevistada disse ainda que já esperava que a história da vítima de estupro coletivo não fosse acabar bem. A mulher pediu ao jornal para não ter o nome revelado com medo da ação de traficantes do Morro do Barão. No entanto, ela contou que passou 24 horas intensas com a menina. Ela foi apreendida depois de duas graves denúncias. Uma delas envolvia o fato da menor usar as redes sociais para publicar fotos utilizando armas de fogo. 

A família da menina também temia pelo seu futuro.

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Os pais, de classe média, não conseguiram deter a garota, que ainda com 11 anos já frequentava bailes funk e se relacionava com traficantes da região. Aos 13 ela já era mãe. O filho é de um traficante local, que não quis reconhecer a criança, hoje com 3 anos. O pai do menino está preso. O garotinho não pôde contar com o nome do próprio pai na certidão de nascimento. 

“O domínio sobre os pais é total: ela agredia os dois fisicamente, sabia como desequilibrá-los", contou a fonte ao jornal paulista. De acordo com a entrevistada, a mãe da menina, uma psicóloga, teria problemas psiquiátricos.  #Crime #Investigação Criminal