Faltando poucos dias para o início das Olimpíadas do Rio de Janeiro 2016, mais um caso de violência extrema leva a capital carioca às páginas policiais. Partes de um corpo humano esquartejado foram encontradas na tarde de quarta-feira (29) nas areias da Praia de Copacabana, zona Sul da cidade. Os restos humanos foram encontrados atrás da Arena de Vôlei de Praia, montada especialmente para receber as Olimpíadas.

Segundo informações da Polícia Militar, ainda não há informações sobre a identificação do corpo esquartejado em Copacabana, se é masculino ou feminino, ou de onde os restos mortais vieram, uma vez que foram levados até o local pelas correntes marítimas.

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A Delegacia de Homicídios deve investigar o caso.

De acordo com informações, o corpo esquartejado em Copacabana foi encontrado por um ambulante que passava pelo local e acionou a Polícia Militar. Além de um pé, em avançado estado de composição, também foram encontradas vísceras humanas a poucos metros do mar.

PM divulgou fotos do corpo esquartejado em Copacabana

O Policial Militar que atendeu ao chamado sobre o corpo esquartejado em Copacabana foi chamado de volta ao batalhão e pode ser punido pela divulgação do caso. De acordo com informações divulgadas pelo jornal Extra, o policial teria enviado um áudio criticando a violência no Rio de Janeiro a colegas, pelo Whatsapp, junto com imagens dos restos humanos.

Na gravação, o policial chega a comemorar a repercussão do caso, a poucos dias das Olimpíadas e diz que “agora é hora de cair em cima do governo”.

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“As coisas por aqui estão ficando cada dia pior. Acabaram de achar um corpo esquartejado em Copacabana. Divulguem aí”, diz o Policial Militar no áudio.

A PM não confirmou a prisão do policial e informou apenas que ele foi chamado para prestar esclarecimentos.

No momento em que o corpo esquartejado foi encontrado em Copacabana, a praia estava lotada de turistas, que ficaram horrorizados com a cena. Algumas das testemunhas acharam que se tratava de uma brincadeira e não deram muita importância ao caso.  #Rio2016 #Investigação Criminal #Casos de polícia