Já são meses em que o povo brasileiro se pergunta como será o futuro do país. Ainda era dezembro de 2015, quando o então presidente da Câmara dos deputados, Eduardo Cunha, do PMDB carioca, ameaçava aceitar um dos pedidos de #Impeachment contra a hoje presidente afastada Dilma Rousseff, eleita pelo Partido dos Trabalhadores (PT). O tempo foi se passando e muita coisa acontecendo. Houve votação na Câmara, que aprovou o prosseguimento do impedimento. Houve o pleito do Senado, que decidiu pelo afastamento. Mas o que falta agora?

Talvez a etapa mais importante, que marca fim à uma novela que acabou parando o país, seja exatamente a votação sobre a deposição ou não de Dilma.

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Esta ainda está marcada, mesmo que extraoficialmente, entre os dias 01 e 02 de agosto. Essa data talvez seja alterada, já que existem ainda muitas oitivas para serem feitas. A procrastinação do processo é uma das estratégias da bancada do PT. Nomes como Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias fazem questões de ordem, batem boca e protagonizam momentos de grande polêmica na Comissão. Momentos esses que podem fazer tudo demorar mais. 

Nesse meio tempo, Dilma tem suas estratégias. Ela diz que tentará voltará e lutará cm todos os meios legais para isso. De fato, pelo menos o lado retórico tem sido feito por Dilma. Quase que em campanha eleitoral, ela visita os mais variados estados. O presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, através da Casa Civil proibiu que essas viagens sejam feitas pela Força Aérea Brasileira (FAB).

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A turma que quer o impeachment não quer saber de reviravolta no jogo do impeachment. Por isso, marcou para o dia 31 de julho uma grande manifestação em todo o país. O Senador Alvaro Dias, por exemplo, já  começou a divulgar o ato nas redes sociais. "E você, quer que ela volte? Se não quer, vá para as ruas de sua cidade no dia 31/7. O Brasil quer o impeachment aprovado em definitivo, e você?", escreveu ele em sua página no Facebook. 

Veja o post realizado pelo Senador Alvaro Dias convocando para atos contra a presidente afastada:

#Governo #Dilma Rousseff