Quando o Partido dos Trabalhadores (PT) e a presidente afastada Dilma Rousseff pareciam longe do noticiário negativo, tudo muda e agora novas revelações são feitas. Uma delas foi divulgada nesta quarta-feira, 08, pelo jornal carioca 'O Globo'. O engenheiro Zwi Skornicki foi um dos nomes que prestou depoimentos à investigação da Lava Jato. Ele que trabalhou no estaleiro Keppel Fels confessou que ajudou a intermediar o pagamento de caixa 2 para a campanha de Dilma em 2014. O dinheiro foi recebido, segundo o delator, pelo marketeiro do #PT, João Vaccari Neto, que está preso.

A quantia impressiona, 4,5 milhões de Dólares. A delação do engenheiro ainda precisa de autorização da Justiça federal, mais precisamente a de Curitiba, que vai definir se o que ele disse é verdade e se vale a diminuição de penas.

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Graças às delações premiadas, a cada dia novos nomes vão entrando na Lava Jato, que se tornou a mais importante investigação da Polícia Federal na história recente do Brasil. 

Durante essa semana, também através do jornal 'O Globo', os brasileiros ficaram sabendo que o Procurador  Geral da República, Rodrigo Janot, chegou a solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) que fosse presos grandes nomes da política brasileira. São eles o ex-presidente da Câmara e deputado federal Eduardo Cunha, do PMDB carioca, o presidente do Senado, Renan Calheiros, o ex-Presidente da República José Sarney e o Senador e ex-Ministro do Planejamento do governo do presidente Michel Temer, Romero Jucá.Todas as prisões foram argumentadas com uma suposta tentativa dos peemedebistas em atrapalhar a Lava Jato. 

De todos esses nomes, o que chamou mais atenção foi justamente o de Renan Calheiros.

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O pedido de prisão dele causou estranheza justamente porque aconteceu depois que o pedido de #Impeachment de Dilma ganhou força. No dia 12 de maio, 55 Senadores votaram pelo afastamento de Rousseff. Entre os dias 01 e 02 de agosto está prevista a votação que julgará a deposição da petista.

Existe o medo entre os políticos que novas prisões sejam solicitadas ou que novas gravações sejam reveladas pela mídia.  #Dilma Rousseff