Nesse fim de semana, a Polícia Civil de São Paulo realizou a reconstituição de um #Crime que mexeu com São Paulo. O menino Ítalo, de 10 anos, acabou sendo morto depois de roubar um carro com seu comparsa, outro menino, um pouco mais velho, de 11 anos. Os tiros efetuados para matar o menor de idade foram efetuados por Policiais Militares. A ação tem dividido opiniões. Muita gente apoia a atitude dos profissionais de segurança, enquanto algumas pessoas acusam eles de assassinato. Durante a reconstituição, no entanto, os moradores do local onde era realizada a ação, começaram a fazer gritos de "heróis".

"De dentro do carro não dá para a gente saber quem é que está atirando.

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Quer dizer que os policiais vão esperar morrer para depois atirar", disse uma das apoiadoras dos agentes de segurança. A distância do condomínio onde o carro foi roubado até o local da morte é de 300 metros, mas os menores andaram bastante pelos bairros da região até ocorrer a morte. 

Estima-se que antes de terem ocorrido o crime, os menores tenham andado com o carro por um percurso de pelo menos dois quilômetros. Os moradores que tiveram o carro roubado chegaram a ligar para o 190 (telefone da Polícia em São Paulo) para avisar sobre o furto. No telefonema, os donos do carro falaram também que este estava com pouca gasolina, portanto, não poderia ter ido muito longe. 

O caso ganhou enorme repercussão nas redes sociais. O menor sobrevivente já mudou seus depoimentos por pelo menos três meses.

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Na primeira versão, ele deu um parecer parecido com os dos policiais, revelando que seu amigo foi morto depois de atirar contra os agentes. No revide, um tiro foi dado no rosto do menor de idade. No segundo, ele confirma os tiros das duas partes, mas alega que os agentes só mataram o amigo, quando este já havia se rendido.

O último depoimento traz o menino que roubou o carro dizendo que sequer eles usavam armas na ação. A TV Record chegou a entrevistar o sobrevivente, que deu uma quarta ação sobre o caso, revelando que a Polícia mandou ele mudar suas versões.  #Investigação Criminal