Mais um caso de estupro coletivo envolvendo uma menina, desta vez em Juiz de Fora, em Minas Gerais, e novamente o #Crime foi filmado e postado nas redes sociais. Mas a polícia agiu rápido e conseguiu as gravações. De posse dos vídeos a polícia constatou ato sexual e, por causa da idade da menina, fica configurado como crime de estupro. Foi o segundo vídeo obtido pela Polícia Civil e que agora servirá de prova contra o estupro coletivo de uma menina de apenas 13 anos. A menina foi mantida em cárcere privado pelo menos por 10 horas, onde teve relação sexual com um grupo de homens, sendo liberada somente no domingo (26). Um dos vídeos foi divulgado nas redes sociais por uma mulher que agora está sendo procurada.

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Ângela Fellet, delegada responsável pelas investigações, confirmou que as imagens deixam claro que houve a conjunção carnal e agora estas imagens serão encaminhadas para a perícia e em seguida anexadas ao inquérito. Um dos vídeos mostra a menina já se limpando e conversando com os estupradores, sendo que é possível notar que ela encontrava-se sob o efeito de alguma droga ou bebida alcoólica.

A delegada fez questão de deixar claro que, mesmo que fique provado que ela tenha consentido a relação sexual, ainda assim o caso será tratado como estupro. Até o momento já são 10 pessoas envolvidas no ato que chocou a população de Juiz de Fora. Na manhã desta última terça-feira alguns menores se apresentaram à polícia, mas nem todos foram totalmente identificados. A investigação já constatou que o estupro foi realizado em três casas diferentes, sendo que duas delas são imóveis abandonados.

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A Polícia Civil chegou a colher o depoimento de uma outra garota, também menor de idade, que estava com a menina violentada momentos antes do estupro coletivo acontecer, mas poucas foram as novidades a respeito do caso.

A delegada não tem mais nenhuma dúvida quanto à #Violência sexual, pois além dos depoimentos da testemunha e da vítima, tem a confissão dos menores que detalharam tudo que aconteceu, afora os vídeos que foram feitos enquanto ela era violentada. #Casos de polícia