De acordo com o site político 'O Antagonista' em nota publicada nesta sexta-feira, 24, o presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, já decidiu uma data para fazer o que se chama internamente de "expurgo petista". Com o apoio da 'Lei das Estatais', o peemedebista deve começar já na próxima terça-feira, 29, a fazer passaralho em cargos de primeiro, segundo e terceiro escalão também nas empresas públicas. Temer já havia anunciado oficialmente que seriam demitidos pelo menos 4.200 mil funcionários comissionados do governo. A imensa maioria deles entraram no poder durante as gestões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente afastada #Dilma Rousseff

O objetivo, de acordo com Temer, é evitar gastos desnecessários.

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Ele havia ficado de analisar de novas exonerações seriam necessárias até o final do ano. O presidente tenta assim mostrar quem manda e enfraquecer a base de Dilma, que ainda luta, mesmo que com água pelo nariz para se livrar do impeachment. Assim, a chamada "boquinha" do PT não só vai acabar, como toda a "bocona". Basta saber se Temer será capaz de identificar os chamados "espiões". Pessoas que apoiam que ele "meta o pé" do Palácio do Planalto e que divulgam tudo que é sigiloso para o PT. 

No site oficial do governo federal, através do 'Blog do Planalto', #Michel Temer agradeceu nessa semana o apoio que o Congresso Nacional tem dado a ele, especialmente a aprovação da chamada Lei de Responsabilidade das Estatais, que estabelece regras mais rígidas para compras e licitações, e para a nomeação de diretores e presidentes em empresas públicas e de sociedade mista.

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É através dessa lei que o presidente poderá colocar em prática o seu suposto plano de demissões das estatais, como o Bando do Brasil, Correios e Petrobrás.  A lei, segundo o Blog do Planalto, vai ajudar o Brasil a sair da crise. O PT não tem gostado das atitudes de Temer. Em uma rede social, Dilma chegou a chamá-lo de "mesquinho". 

Veja abaixo um declaração em vídeo sobre o tema feita por Michel Temer: