Imagens de nudez de crianças, adolescentes e mulheres adultas têm aparecido com cada vez mais frequência em sites de conteúdo erótico, pornográfico e adulto hospedados em centenas de endereços na #Internet. As fotos e vídeos, na maioria dos casos, são exibidas sem o menor consentimento das vítimas, que têm sua intimidade rompida após a furto desse material.

As mulheres, na maioria dos casos, têm entre 14 e 25 anos e sequer imaginam que são vítimas deste tipo de #Crime. As fotos viralizam rapidamente, abastecendo um mercado de conteúdo adulto cada vez mais lucrativo e ao mesmo tempo cruel. As famosas nudes, como vulgarmente se popularizaram na internet, muitas vezes são tiradas por amigos e ex-namorados.

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Nestes sites de pornografia, as garotas acabam recebendo termos pejorativos como “ninfetas” e “novinhas”, fazendo referência à pouca idade de quem aparece nas fotos. A maioria dessas páginas não faz nenhum tipo de curadoria ou checagem do conteúdo exposto, que muitas vezes é enviado e publicado pelos próprios visitantes, em sessões conhecidas como “vídeos e fotos amadoras”.

Com um público cativo e fiel, os sites chegam a registrar milhões de visitas por mês e a lucrar valores que podem chegar a R$ 95 mil por ano, dependendo do volume do tráfego.

Vídeos de estupro coletivo

Esse tipo de vídeo ganhou grande repercussão no Brasil após a divulgação do vídeo do estupro coletivo cometido por mais de 30 homens contra uma adolescente de 16 anos, no Rio de Janeiro.

A gravação rapidamente viralizou e ganhou as redes sociais, sendo compartilhada inúmeras vezes em aplicativos de comunicação instantânea como o WhatsApp.

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Como denunciar

Sites que exibem fotos de crianças e adolescentes nuas podem responder criminalmente pelo conteúdo compartilhado. 

A Polícia Federal disponibiliza um canal direto para esse tipo de denúncia, feita de forma totalmente anônima, por meio site http://denuncia.pf.gov.br, pelo e-mail denuncia.ddh@dpf.gov.br ou pelo atendimento do Disque100.

As páginas também podem ser denunciadas por meio da Safernet. #Casos de polícia