Em abril, um mulher ficou conhecida graças à internet por ter defecado em uma imagem do deputado federal Jair Bolsonaro, eleito pelo PSC do Rio de Janeiro. O protesto foi realizado depois que o politico fez uma menção ao Coronel General Ustra durante a votação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Ustra é considerado um dos torturadores de Dilma durante o regime militar. A mesma mulher nas horas vagas é Orientadora Vocacional da Prefeitura de São Paulo. Ela ajuda jovens a escolherem que carreiras vão ter. 

Depois de um tempo sumida, a funcionária voltou a ser notícia por retirar de sua vagina uma bandeira do Brasil. A informação foi dada pela Mídia Ninja, que depois da repercussão do fato apagou a publicação com a mulher "parindo uma nação".

Publicidade
Publicidade

O ato foi contra o presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, e apoiando a volta de Dilma.  O protesto de gosto estranho foi feito em um teatro de São Paulo. A ação gerou muitas críticas nas redes sociais. 

O programa Radioatividade, da Jovem Pan, pediu explicações à Prefeitura de São Paulo sobre as ações tomadas pela servidora. A principal pergunta era se o fato da funcionária defecar na rua e retirar objetos da vagina em público afetaria o trabalho que ela realiza com jovens. Curiosamente, a prefeitura defendeu a servidora e disse que nada disso afeta o seu trabalho. É bom lembrar que o governo local está nas mãos de Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (#PT). A tal funcionária faz protestos chamativos a favor justamente da legenda. Ela chegou a ganhar prêmios em dinheiro por conta de suas "performances artísticas". 

O programa da Jovem Pan disse que entrou em contato com o local que o Diário Oficial diz que a funcionária trabalha, mas ninguém nunca a viu por lá.

Publicidade

Ela também não faria a função pela qual recebe dinheiro. A Prefeitura não soube explicar porque a contratada não trabalhava ou se estaria em outra escola. Enquanto isso, ela continua ganhando dinheiro do governo para fazer cocô em fotos de políticos

  #Crime