O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou alta de 1,69% em junho e nos últimos doze meses registrou alta de 12,21%. O IGP-M é usado como referência no reajuste do preço dos contratos de aluguel de imóveis residenciais e comerciais e também no aumento de energia elétrica - e é calculado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas.

Os proprietários de imóveis calculam o valor do índice acumulado para considerar o valor do reajuste dos preços de aluguel. O reajuste é realizado considerando a soma do IGP-M acumulado durante os doze meses que antecedem a data do contrato. O Índice Geral de Preços-Mercado subiu 1,33% na segunda prévia de junho, após subir 0,68% durante o mesmo período aferido no mês anterior.

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A história do IGP-M

O Índice Geral de Preços-Mercado foi apresentado pela primeira vez em novembro de 1947 com o intuito de ser uma medida que englobasse não somente os diferentes segmentos e atividades, mas também acompanhar mensalmente a evolução econômica das mesmas. A utilização deste índice é uma ferramenta e referência para correção nos valores contratuais e um indicador na evolução do nível de preços.

De âmbito nacional, a coleta de preços para calcular o IGP-M abrange preços usados em diversos setores da economia brasileira, como por exemplo, a agricultura, o comércio de varejo, a indústria, a construção civil e a prestação de serviços.

A Fundação Getúlio Vargas divulga a cada dez dias as variações prévias que farão parte do índice relativo ao período total analisado. O período considerado para a coleta inicia no dia 21 do mês anterior ao dia 20 do mês referência.

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O IGPM-M anual é a soma dos valores mensais acumulados de janeiro a dezembro. O cálculo baseia-se na média aritmética de três outros índices de mercado, sendo ponderados em sessenta por cento de acordo com o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M), trinta por cento relativos ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) e dez por cento considerando o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M).  #Governo #Crise #Inflação