Um atentado terrorista que ocorreu nos Estados Unidos neste domingo, 12, virou motivo de ataques entre deputados no Brasil. Nomes como Jean Wyllys, Marco Feliciano e até o Senador Lindbergh Farias se pronunciaram de forma polêmica sobre o que ocorreu na cidade de Orlando, no estado da Flórida, nos Estados Unidos. Um atirador, de família Afegã e dá fé islâmica, atirou contra pessoas que estavam em um boate gay. 50 pessoas foram mortas e 53 pessoas ficaram feridas. O número de mortos pode aumentar devido à gravidade dos ferimentos. Apesar de ser uma boate para o público latino, não há informações de brasileiros entre os mortos.

Ataques na internet 

No fim da tarde, o deputado federal Jean Wyllys, eleito pelo PSOL do Rio de Janeirom decidiu culpar o atentado em discursos de seus maiores rivais, Marco Feliciano (SP) e Jair Bolsonaro (RJ).

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Ambos eleitos pelo PSC. No texto, o parlamentar diz que critica discursos como os de "felicianos" e "bolsomitos" porque estes estariam pregando o ódio no mundo. "(Isso) pode levar pessoas "de bem" a praticar atos de violência física - assassinatos e agressões físicas", escreveu o parlamentar que no dia 17 de abril cuspiu em Bolsonaro durante a sessão do impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff.

Jean disse ainda que esse tipo de discurso tem ganho espaço no Brasil porque golpistas chegaram ao poder, citando o fato do presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, ter ficado à frente do cargo de chefe de estado do Brasil. Mais cedo, Lindbergh Farias, Senador eleito pelo Partido dos Trabalhadores do Rio de Janeiro, já havia feito fortes acusações contra Jair Bolsonaro.

Na rede social de Jean, os seguidores se dividiram.

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Veja abaixo alguns dos comentários:

"O massacre de hoje em Orlando não foi ação isolada de um alucinado. Foi resultado de uma cultura homofóbica, que cresce nos Estados Unidos com Donald Trump. Foi ele o autor intelectual deste ato terrorista. Trump lá e Bolsonaro aqui plantam as sementes criminosas da intolerância", disse um seguidor.

Enquanto outro argumentou: "foi um atentado terrorista de cunho religioso e não homofóbico". 

Veja abaixo o post publicado por Jean Wyllys:

#Terrorismo #Crime