De acordo com informações do jornalista Kennedy Alencar em reportagem publicada nesta segunda-feira, 06, investigadores da principal investigação do país, a Lava-Jato, já teriam provas de alguns recursos doados como "caixa dois" para a campanha da presidente afastada Dilma Rousseff. As doações ilegais foram feitas pela principal empreiteira do país, a Odebrecht. Quem estaria ajudando com as provas é o ex-presidente da empresa, Marcelo Odebrecht. 

Marcelo foi capa dos principais jornais e revistas desse final de semana. Em delação premiada, ele já teria confirmado que se reuniu pessoalmente com Dilma e que essa pediu dinheiro ilegal para a campanha.

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Através de uma rede social, a representante do Partido dos Trabalhadores negou que as informações dadas nos principais veículos de comunicação do país sejam verdades. A equipe da companheira política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse também que tomaria as medidas cabíveis sobre o assunto.

A principal hipótese para as provas é de que essas virão em acordos de propina entre a empresa e o #Governo do PT. Obras eram superfaturadas e em contrapartida empresários ajudavam eleitoralmente Lula e Dilma. Caso realmente existam as provas, será o último tiro em Rousseff, dando mínimas chances para que ela retorne ao governo federal. Lembrando que a presidente luta contra um processo grave de impeachment, que interessa e muito ao presidente em exercício Michel Temer, do PMDB. 

Dilma foi afastada no dia 12 de maio por 55 Senadores em um dia histórico para o Brasil.

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Ela já havia perdido uma importante votação no dia 17 de abril, quando 367 deputados federais decidiram pelo prosseguimento do impedimento. A principal tese do impeachment é de que a petista teria cometido o crime de responsabilidade fiscal, o que ela nega. No entanto, com o depoimento de Odebrecht, a política se encrenca. Basta saber agora qual será a carta na manga do empresário. Será mesmo que ele terá provas cabais que serão capaz de derrubar uma presidente? É esperar para ver.  #Lava Jato