Na noite deste sábado, 25, mais uma vítima da criminalidade do Rio de Janeiro entrou para a triste estatística da violência. A morte de uma médica, de 34 anos, começou a repercutir na manhã deste domingo, 26, e já é um dos assuntos mais comentados por cariocas. A mulher, identificada como Gisele Palhares Gouvêa, morreu após levar um tiro na cabeça. De acordo com o portal de notícias G1, o assassinato ocorreu durante uma tentativa de assalto em um ponto conhecido da cidade, a saída da Via Dutra e entrada da Linha Vermelha. 

A médica era muito amada por colegas e participava de ações sociais. Horas antes de ser morta, ela participou da inauguração de um centro de referência para deficientes.

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A médica estava sozinha no carro. Ela chegou a ser levada para o hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, mas não resistiu. O ladrão depois de atirar na cabeça da mulher acabou não levando o veículo. De acordo com a Polícia Militar, pelo menos duas balas de arma de fogo atingiram o automóvel. 

Nas redes sociais, amigos da médica vivem um domingo de consternação. Muitos trocaram as fotos de perfil pela imagem da profissional da saúde, enquanto outros escreveram a palavra "luto". O assassinato da médica acontece em um momento importante para o Rio de Janeiro, quando faltam 40 dias para o início dos jogos olímpicos. A morte aconteceu em uma das principais vias da cidade, que certamente será bastante usada por turistas, que vem também para passear. 

Na internet, muita gente já pede punição para os culpados e também um policiamento melhor e maior na região, que virou ponto de assaltos.

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"A gente vê isso todas as semanas, até tem medo de passar ali, especialmente à noite. É muito triste ver uma mulher tão jovem, linda e boa morrer por um motivo tão banal", disse um amigo de Gisele nas redes sociais. Ainda não há informações sobre o velório e o enterro da médica. Após a repercussão do caso, o Facebook da mulher foi bloqueado por familiares e apenas a última publicação feita por ela pode ser vista.  #Crime #Investigação Criminal