A menina de 16 anos estuprada por 33 homens em uma comunidade do Rio de Janeiro está jurada de morte por traficantes do Morro do Barão. Foi lá que aconteceu o #Crime contra a jovem que chocou o Brasil. A comunidade fica localizada em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com o jornal 'O Estado de São Paulo', para evitar que criminosos possam encontrar o paradeiro da menor de idade, ela foi proibida de usar a internet. O perfil da adolescente no Facebook foi retirado do ar. A menina também não poderá contar nem mesmo para a maioria dos familiares para onde vai.

Ela está no Programa de Proteção às Vítimas e já saiu do estado do Rio de Janeiro.

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De acordo com a Secretaria de Estado dos Direitos Humanos do Rio, essa medida foi necessária. Nem mesmo o novo estado em que ela estará será divulgado pelas autoridades e pega mídia. O programa dura três anos. Nesse tempo, a jovem mudará de nome e terá todo o passado apagado pelos investigadores. A Secretaria dos Direitos Humanos disse que a menina está disposta também a mudar sua postura.

Ela confessou em depoimentos à imprensa e aos policiais que tinha amizade com traficantes do Morro do Barão. Viciada em drogas, a adolescente trocaria o corpo por entorpecentes. A avó dela disse que já havia tentado de tudo. A denúncia de má conduta da jovem é antiga. Desde 2013, o Disque Denúncia recebia queixas dela, pedindo que as autoridades fizessem algo. Uma das denúncias, por exemplo, dizia que a menor de idade não conseguia cuidar do filho de três anos.

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Até o momento, a polícia prendeu dois suspeitos de terem participado do crime no Rio de Janeiro. Pelo menos outros cinco estariam foragidos. A perícia feita pelo Instituto Médico Legal (IML) no corpo da menina indicou que não foram encontrados indícios de violência nela, mas que a demora para passar pelo exame de corpo de delito pode ter feito o relatório não ter qualquer conclusão. Os suspeitos negam que haja qualquer estupro coletivo e falam em sexo consentido. Um dos presos nega qualquer participação.  #Investigação Criminal