A Blasting News repercutiu em primeira mão uma encenação polêmica que ocorreu nesse início de semana em São Paulo. Nela, uma mulher retira uma bandeira do Brasil da própria vagina, simbolizando no ato que estava parindo o Brasil. O protesto foi contra o presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, e também a favor da presidente afastada Dilma Rousseff. De acordo com informações publicadas pela redatora Syl Polanski, a mulher que aparece nas imagens é velha conhecida dos internautas.

Ela seria Priscilla Toscano, a mesma que protagonizou no mês de abril um ato polêmico em frente ao Masp, na Avenida São Paulo. Priscilla urinou e defecou em uma foto do deputado Jair Bolsonaro, do PSC do Rio de Janeiro.

Publicidade
Publicidade

Ela seria ex-professora do governo municipal, que hoje é comandado por Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores. 

O caso ganhou grande repercussão na época, devido ao exagero da manifestação. Priscilla, desde então, estava sumida. O protesto novo teve cobertura da 'Mídia Ninja', que ficou conhecida em 2012 por mostrar manifestações ao vivo. Naquele ano, brasileiros foram às ruas pedindo para abaixar os preços dos transportes coletivos, além de uma melhora na qualidade dos mesmos. Os intensos protestos fizeram diversos governos abaixarem os valores das passagens. 

Atualmente, a 'Mídia Ninja' trabalha para defender Dilma Rousseff. No protesto teatral que a equipe de ninjas cobriu, uma mulher vestida com pedaços de carnes é devorada em pleno teatro por atores que simbolizam os deputados federais.

Publicidade

A tal mulher representaria a figura tão odiada de Rousseff, chamada pelo grupo de mãe dos pobres.

A foto com a mulher retirando a bandeira nacional da vagina foi muito criticada. A professora, que seria a mesma que defecou na imagem de Bolsonaro, chegou a ser chamada de "esquerdopata". O grupo continuou as publicações depois da grande repercussão. Até mesmo Dilma evita se associar a movimentos de extrema esquerda. Ela chegou a cancelar a presença em atos que prometiam ser duros contra Michel Temer. #Crime #Investigação Criminal