Nem mesmo mais os Senadores petistas acreditam que a presidente afastada Dilma Rousseff voltará ao poder. E não só. Caso ela volte, para Congressistas petistas, a representante do Partido dos Trabalhadores (PT) não teria a menor condição de governar o país. A informação foi dada com destaque pela colunista Vera Magalhães nesta sexta-feira, 10, pelo site da Revista Veja. Curiosamente, nomes como Lindbergh Farias, eleito pelo #PT do Rio de Janeiro, é um dos que mais se esgoelam na tentativa de defender Dilma na Comissão do impeachment do Senado. 

Mas fora dos microfones, petistas teriam outro discurso. Eles estariam até felizes com o afastamento de Dilma e não creem na capacidade de Rousseff em retomar as rédeas governamentais.

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Fora que a queda da presidente afastada trouxe uma reviravolta importante no noticiário para petistas. Antes, apenas críticas ao governo de Dilma. Agora essas críticas são divididas com o presidente em exercício Michel Temer, do PMDB. 

A narrativa de que existe um golpe parlamentar no país conseguiu estimular os grupos sociais, que antes estavam até um pouco envergonhados de defender Rousseff em protestos. Isso porque os dados da economia e de outros campos importantes do país estavam e estão bem ruins. O novo Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, chegou a dizer que o Produto Interno Bruno do Brasil em 2016 pode ser pior do que foi registrado entre 1929 e 1930, quando houve a queda da bolsa de Nova York, nos Estados Unidos, e o mundo respirava o ar entre as Guerras planetárias. 

As pesquisas também começam a mostrar que a presidente começa a ter uma reação.

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Já Michel Temer aparece tão mal quanto ela. Então por que os Senadores brigam tanto por Dilma? Isso se explica pelo discurso em si. Com a tática do "golpe", a palavra pode se entranhar ou não na sociedade, de modo que o atual período seja rejeitado no futuro e tratado como "golpe" até mesmo pelos livros de história. Para evitar isso, Temer tem trabalhado para convencer que tudo segue a legislação brasileira.  #Dilma Rousseff