Na manhã desta quinta-feira, 09, os brasileiros acordaram com uma triste notícia. Estudantes que estavam em um ônibus na rodovia Mogi-Bertioga, a caminho de São Paulo, acabaram falecendo. O veículo capotou por volta das 23h desta quarta-feira, 08. Inicialmente, o Corpo de Bombeiros falava em 16 mortes. No entanto, às 08h30 no horário de Brasília, esse número, infelizmente, acabou aumentando, chegando a 18 pessoas. Dois feridos que estavam no hospital de Guarujá morreram pela manhã.

Novos mortos podem ser confirmados pelas autoridades, já que o #Acidente é considerado muito grave. Outra 18 pessoas ficaram feriadas. O número de mortos e feridos já foi confirmado pela Polícia Civil e hospitais da região, que estão recebendo as vítimas.

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O primeiro trabalho do Corpo de Bombeiros ao chegar a região foi fechar as vias, impedindo que novos veículos passassem no local e permitindo que o resgate das  vítimas sobreviventes fosse realizado o mais rápido possível. Os feridos foram levados a hospitais. Os mortos foram retirados em seguida. Os cadáveres foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) do Guarujá, litoral de São Paulo. A morte dos estudantes repercutiu rapidamente na mídia. Apenas às 7h desta manhã a rodovia foi liberada pelas autoridades.

De acordo com as primeiras informações, o ônibus levada estudantes de três escolas diferentes. Ele não caminhava sozinho na estrada, mas sim acompanhado de um comboio de outros dois veículos. Já no fim da noite, ônibus bateu em uma enorme rocha, que chegou a se dividir ao meio com a pancada.

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O ônibus capotou e caiu de uma alta considerável. Uma das hipóteses a ser investigada pela Polícia é se o motorista da condução que levava os estudantes teria dormido ao volante. Testemunhas sobreviventes devem ser entrevistadas assim que possível. Elas serão o principal meio para se entender a fatalidade.

Muitas famílias das vítimas ainda nem sabiam da informação, quando o assunto começou a repercutir na mídia. O trabalho de reconhecimento de algumas vítimas deve ser realizado através de parentes ou então exame de DNA, caso o cadáver esteja irreconhecível.  #Crime