Raí de Souza, um dos acusados de ter participado do estupro coletivo da jovem de 16 anos no Rio, foi quem gravou e divulgou as imagens do #Crime pela internet.  Na última sexta (3), a polícia conseguiu resgatar o aparelho que continha as imagens e realizou uma perícia nos arquivos.

O vídeo que foi publicado nas redes sociais foi o primeiro a passar pela análise. Depois disso, novas imagens foram aparecendo e novas provas foram sendo descobertas.

De acordo com o laudo feito pela polícia, o aparelho de celular de Raí passou na mão de dois suspeitos durante a filmagem e ainda, apontou quatro vozes masculinas presentes no local.

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Segundo a suspeita da polícia, estavam presentes, na hora do crime: Raí de Souza, o Jefinho, que está foragido, e Raphael Duarte. Na opinião dos investigadores, a quarta voz deve ser do traficante conhecido como “Canário”, Moisés Lucena, conclusão esta que se baseia no fato de que a jovem o apontou como um dos criminosos.

Graças à recuperação do celular, os investigadores conseguiram, finalmente, chegar à conclusão de que a menina foi estuprada e ainda tentou reagir.  Depois disso, Raí de Souza e Raphael Duarte foram presos e outros suspeitos foram identificados.

Raí afirmava que tinha destruído o celular com as provas do estupro, mas a polícia investigou e, através de uma foto dele com o jogador Lucas Perdomo, em um aparelho de um conhecido, eles o localizaram.

O jogador Lucas, que, segundo a adolescente era seu namorado, foi liberado pela polícia, na sexta-feira (3), por falta de provas..

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No áudio, os criminosos insinuam que mais de 30 homens teriam praticado o abuso com a menor, porém, esse fato foi descartado pela polícia, pois eles estariam fazendo referência a uma letra de funk muito famosa na comunidade.

Cristiana Bento, a delegada que assumiu o caso recentemente, afirmou que os suspeitos vão ser condenados não só pelo estupro, mas também pela produção e divulgação das imagens da menor. “Que seja uma pena exemplar! Que sirva para mostrar para essa comunidade que existe lei e quem a faz é o Estado! ”, disse a delegada. #Investigação Criminal #Casos de polícia