Aproximadamente dois milhões de trabalhadores brasileiros têm R$ 880,00 para sacar nos bancos públicos e não sabem. O dinheiro é referente ao pagamento do calendário do PIS 2015/2016 (PASEP para funcionários públicos) e o prazo para retirar o benefício termina no próximo dia 30 de junho de 2016.

Caso o montante não seja resgatado até lá, o trabalhador perderá o direito de sacá-lo. Nesse caso, o valor será revertido para o Fundo de Assistência e Amparo ao Trabalhador, do #Governo Federal.

Quem tem direito ao PIS 2015/2016?

Tem direito a receber o benefício o trabalhador que esteja cadastrado há pelo menos cinco anos no programa PIS (quem tem carteira de trabalho já está automaticamente cadastrado no programa).

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Outra exigência é que o beneficiário tenha trabalhado ao menos durante um mês (30 dias) com registro na carteira profissional em 2014 e que o valor médio da remuneração mensal recebida naquele período não tenha sido maior que dois salários mínimos (R$ 1.448,00).

Quem preenche os requisitos e ainda não sacou o PIS 2015/2016 deve correr para sacar os R$ 880,00 aos quais tem direito.

Para sanar quaisquer dúvidas quanto ao pagamento do benefício, o trabalhador deve procurar uma agência da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil, no caso de funcionários públicos. 

Como sacar?

Para sacar o benefício, o trabalhador deve se dirigir até uma agência bancária da CEF e verificar se o valor de R$ 880,00 foi depositado na conta, caso seja correntista daquele banco. Funcionários públicos devem se dirigir ao Banco do Brasil para verificar o depósito do PASEP.

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Para mais informações, basta entrar em contato pelo telefone 0800-7260-207 com atendimento ao público durante o horário comercial. 

Calendário

Os quase dois milhões de trabalhadores que ainda não sacaram o PIS 2015/2016 devem deixar nos cofres públicos o montante de R$ 1,7 bilhão. O valor corresponde a 8,7% do valor bruto pago pelo programa.

Os estados que mais têm beneficiários que ainda não sacaram o programa são: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. #Crise econômica