François Roger Antonio Pinheiro começou a virar notícia nas páginas policiais em 2017. Naquele ano, o jovem tinha apenas 11 anos de idade e ficou conhecido como "menor infrator". A todo o momento, François era preso por um novo #Crime. A maioria das acusações naquela época era por roubos de carro em São Paulo. Antes mesmo de completar 18 anos, em 2014, ele tinha exatas vinte apreensões pela Polícia. O que dá mais de mais de uma apreensão a cada quatro meses de existência do rapaz desde a primeira vez que foi parar em uma delegacia por cometer atos ilícitos. 

A ficha do rapaz era tão grande que ultrapassava a sua altura. Em 2016, no entanto, sua rotina de crimes teve fim triste para ele e para a família.

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Aos 19 anos, ele foi morto durante uma operação policial. Os tiros foram dados pela Polícia Militar. A investigação da PM e da Polícia Civil de São Paulo concluiu que seus agentes da lei operaram em legítima defesa. Em entrevista ao G1 publicada neste domingo, 12, a mão do garoto, que trabalha como diarista, acusa a PM de executar seu filho.

Aos 47 anos, ela revela que investigadores estariam extorquindo seu filho. Em seguida, a mulher revelou que o filho foi morto por dever dinheiro para a Força Tática da PM. Ao todo, o criminoso teria dívidas de mais de R$ 40 mil. "Policial foi e matou ele algemado", reclamou a mãe. A Corregedoria da PM diz que isso não é verdade, lembrando que a perícia concluiu que não houve execução depois do rapaz ser preso. No entanto, investiga a suposta corrupção de militares no caso.

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A mãe do rapaz diz que até a PM já tinha jurado o rapaz de morte e que se preparava para a notícia triste. 

O crime aparece depois de um suposto confronto entre policiais de São Paulo e dois menores infratores no mês passado. Um menino de 10 anos acabou morto. Ele já tinha cinco apreensões pela Polícia, além de 20 passagens pelo Conselho Tutelar. Os pais do menino também tem um currículo policial extenso. A mãe foi presa seis vezes e o pai está recluso desde 2013 por tráfico de drogas.  #Investigação Criminal