As investigações da polícia sobre o estupro coletivo da jovem de 16 anos, que aconteceu no Morro do Barão, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, apontam que a vítima foi estuprada por dois grupos em momentos distintos.

Segundo o site do jornal O Globo, Policiais da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima, que estão a frente das investigações, localizaram o celular usado para gravar o vídeo, que foi compartilhado na internet, levando o #Crime ao conhecimento de pessoas em todo o mundo.

Vítima foi estuprada por dois grupos de marginais

Segundo os investigadores, pelo menos 12 pessoas participaram do estupro coletivo. As apurações do crime, apontam  que depois de participar de um baile funk, por volta de 7h da manhã do sábado, 21 de maio, a jovem seguiu para uma residência na favela, neste momento ela estava acompanhada de Raí de Souza, de 22 anos, com quem ela manteve relações sexuais.

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Estavam com eles o jogador de futebol Lucas Perdomo Duarte e mais uma garota.

Por volta das 10h, ainda de acordo com as investigações, os três jovens deixaram o local, porém a adolescente permaneceu nessa casa. Pouco tempo depois, um grupo de traficantes passou pelo local onde viram a garota desacordada e decidiram levá-la para o local conhecido como 'abatedouro', um imóvel que fica perto do QG do tráfico, que é utilizado pelos marginais para praticar sexo.

A polícia afirma que foi o traficante conhecido como Moisés Camilo de Lucena, que carregou a menina desacordada até o 'abatedouro', local que além dele, mais 6 ou 8 marginais a estupraram e a abandonaram na casa. A vítima relatou que acordou no 'abatedouro', onde Moisés a segurava, enquanto os outros traficantes a estupravam.

Novamente abandonada e desacordada a adolescente foi descoberta por outros bandidos, são eles, Raphael Assis Duarte Belo, de 41 anos, Raí que está preso e um traficante conhecido como Jeffinho.

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Isto aconteceu na noite de sábado, quando ela foi estuprada e filmada e fotografada por eles. Estas são as imagens compartilhadas na internet, relata Cristiana Bento, delegada-titular da Dcav.

Celular foi localizado

A polícia não acreditou na versão de Raí, que em depoimento afirmou que ter jogado o celular fora. A delegada Cristiana Bento pediu um mandato de busca e apreensão, que foi concedido, através dele o celular foi encontrado em uma residência em Madureira, que era frequentada por Raí.

Agora a polícia acredita que será capaz de identificar quem compartilhou as imagens do estupro. #Investigação Criminal #Casos de polícia