Mais duas pessoas foram presas no Paraná durante a passagem da Tocha Olímpica. Nesta quarta-feira, 29, uma das que foi detida era uma professora. Com um cartaz e usando adereços lembrando a morte da Onça Juma, ela tentou apagar o acessório olímpico. De acordo com um site local, a mulher também se dizia contra o governo  do presidente em exercício Michel Temer, do PMDB. A prisão ocorreu quando a Tocha passava pela Avenida Colombo. Só no Paraná, três pessoas foram presas. Uma delas utilizou um extintor de incêndio para tentar fazer o fogo olímpico ser apagado. 

A mulher, que segundo o G1, seria uma professora, acabou sendo acompanhada pela Guarda Municipal e pela 'Força Nacional', que faz a segurança do acessório das Olimpíadas.

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De acordo com a Guarda Municipal, a tentativa de apagar a tocha não estaria vinculada à morte da onça, mas sim a um protesto político. O felino foi morto no estado da Amazonas após participar de uma das apresentações do Rio 2016. Segundo os militares, a fera não teria se controlado, mesmo com o uso de tranquilizantes. Juma teria tentado atacar um soldado e levou um tiro de pistola, falecendo em seguida. 

A professora pagou uma fiança e foi liberada da cadeia. Ela é acusada de danificar o patrimônio público, além de ter desacatado um policial. A fiança paga por ela corresponderia a R$ 900. De acordo com um site local, a professora nega que tenha tentado apagar a tocha e diz que o que levou ao encontro do acessório foi um "empurra-empurra". De acordo com ela, um policial teria rasgado o cartaz e jogado esse longe.

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A partir daí, começou uma discussão dela com o agente da lei. 

No dia anterior, um homem foi preso depois de utilizar um extintor de incêndio contra o símbolo olímpico. Em entrevista a telejornais, como o 'Brasil Urgente', ele disse que era contra o "golpe", fazendo uma menção ao processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff. É bom lembrar que as Olimpíadas foram adquiridas graças ao esforço do governo petista. As polêmicas com os jogos levaram aos protestos.  #Crime #Rio2016