Espiões estariam ajudando o Partido dos Trabalhadores (PT) e a presidente afastada #Dilma Rousseff. A informação foi dada com destaque neste domingo, 26, pelo site 'Diário do Poder'. Em nota assinada pelo colunista Cláudio Humberto, a demora na substituição de funcionários contratados na gestão de Dilma é evidenciada. Essas pessoas, em sua imensa maioria partidárias da primeira mulher a ser eleita no país, estão ocupando cargos de chefia e assessoramento. Como os cargos são altos, elas tem acesso a informações importantes do que acontece no Palácio do Planalto, em Brasília. 

De acordo com o colunista, essas informações estariam sendo "clonadas".

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Cópias ilegais das tarefas e estratégias do presidente peemedebista podem estar sendo feitas, indica a reportagem. Esses dados chegariam nas mãos de Dilma Rousseff e de seus aliados, que a partir daí traçam as próprias estratégias visando o que fazer com elas. A informação das clonagens e dos espiões petistas foi repassada ao jornalista por setores de inteligência do governo. 

Com tantas informações clonadas, o medo é que pelo menos uma ou o conjunto delas seja capaz de prejudicar a gestão de #Michel Temer. Esses vazamentos deixam qualquer administração vulnerável, especialmente a do governo federal, já há anos com membros diretos envolvidos em esquemas fortes de corrupção. O medo maior é que até uma "sabotagem" possa ser feita pela equipe de Dilma, que não comentou as alegações feitas pelo setor de inteligência de Temer. 

Entre as informações que estariam sendo clonadas estão as de instituições como o INSS e de toda a Previdência social, além da Funai e da Funasa.

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O presidente em exercício decidiu tomar uma decisão forte, demitir todo mundo que possa estar ajudando o PT a ter acesso a dados espelhados. No entanto, ele está sendo prejudicado pela demora da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). Há pelo menos 1000 nomes em uma fila de verificação. Eles substituirão os comissionados contratados por Dilma. Um dos dados roubados seria um convênio do Dataprev no valor de R$ 100 milhões. Os responsáveis não foram encontrados.